Farmacêutico nos EUA é preso por sabotar doses de vacinas contra a COVID-19

Washington - Um farmacêutico de um hospital em Wisconsin, nos EUA, foi preso nesta quinta-feira (31) por suspeita de sabotar mais de 500 doses de uma vacina contra o coronavírus, removendo-as deliberadamente da refrigeração para estragar.

De acordo com informações da Reuters, o farmacêutico, um ex-funcionário do Aurora Health Care Medical Center, já foi demitido. Cerca de 57 frascos de vacina foram encontrados fora do armazenamento refrigerado, disseram as autoridades.

Como cada frasco contém dez doses, quase 60 das doses alteradas pelo farmacêutico foram administradas antes que os funcionários do hospital determinassem que a medicação havia ficado sem refrigeração por tempo suficiente para tornar a vacina ineficaz. As 500 doses restantes foram então descartadas.

A Moderna Inc, fabricante da vacina, garantiu ao hospital que receber uma injecção de qualquer uma das doses removidas da refrigeração não representa nenhum problema de segurança, porém, não há comprovada eficácia contra a COVID-19, disse o dr. Jeff Bahr, do Aurora Health Care Medical Center.

​Por enquanto, nem o hospital e tampouco a Polícia ofereceram qualquer explicação oficial para a suposta sabotagem. Aqueles que receberam as doses ineficazes já foram notificados e precisarão ser revacinados.

O episódio significa que a imunização será adiada para 570 pessoas que já deveriam ter recebido a sua primeira injecção da vacina de duas doses.

Em entrevista colectiva na quinta-feira (31), o dr. Jeff Bahr disse que não há evidências de que o farmacêutico tenha adulterado as vacinas além de retirá-las da refrigeração, ou que qualquer outra dose tenha sido alterada.

A Polícia local disse num comunicado que o farmacêutico "sabia que as vacinas estragadas seriam inúteis e que as pessoas que receberam as vacinas pensariam que foram vacinadas contra o vírus quando na verdade não foram".

No dia 18 de Dezembro, a agência reguladora dos EUA aprovou o uso emergencial da vacina da Moderna contra a COVID-19. Foi o segundo imunizante a ser aprovado pela Administração de Alimentos e Medicamentos no país que tem 313 mil mortos pelo novo coronavírus. O primeiro foi o da Pfizer na semana passada.

De acordo com informações da Reuters, o farmacêutico, um ex-funcionário do Aurora Health Care Medical Center, já foi demitido. Cerca de 57 frascos de vacina foram encontrados fora do armazenamento refrigerado, disseram as autoridades.

Como cada frasco contém dez doses, quase 60 das doses alteradas pelo farmacêutico foram administradas antes que os funcionários do hospital determinassem que a medicação havia ficado sem refrigeração por tempo suficiente para tornar a vacina ineficaz. As 500 doses restantes foram então descartadas.

A Moderna Inc, fabricante da vacina, garantiu ao hospital que receber uma injecção de qualquer uma das doses removidas da refrigeração não representa nenhum problema de segurança, porém, não há comprovada eficácia contra a COVID-19, disse o dr. Jeff Bahr, do Aurora Health Care Medical Center.

​Por enquanto, nem o hospital e tampouco a Polícia ofereceram qualquer explicação oficial para a suposta sabotagem. Aqueles que receberam as doses ineficazes já foram notificados e precisarão ser revacinados.

O episódio significa que a imunização será adiada para 570 pessoas que já deveriam ter recebido a sua primeira injecção da vacina de duas doses.

Em entrevista colectiva na quinta-feira (31), o dr. Jeff Bahr disse que não há evidências de que o farmacêutico tenha adulterado as vacinas além de retirá-las da refrigeração, ou que qualquer outra dose tenha sido alterada.

A Polícia local disse num comunicado que o farmacêutico "sabia que as vacinas estragadas seriam inúteis e que as pessoas que receberam as vacinas pensariam que foram vacinadas contra o vírus quando na verdade não foram".

No dia 18 de Dezembro, a agência reguladora dos EUA aprovou o uso emergencial da vacina da Moderna contra a COVID-19. Foi o segundo imunizante a ser aprovado pela Administração de Alimentos e Medicamentos no país que tem 313 mil mortos pelo novo coronavírus. O primeiro foi o da Pfizer na semana passada.