Israel adere à Convenção Europeia contra o Tráfico de Seres Humanos

Jerusalém - Israel aderiu à Convenção do Conselho da Europa sobre o Combate ao Tráfico de Seres Humanos, tornando-se o primeiro país não europeu a assinar aquele acordo, anunciou hoje o ministério da Justiça israelita, citado pela agência Efe.

"Actualmente [a Convenção do Conselho da Europa sobre o Combate ao Tráfico de Seres Humanos] é considerada o documento internacional mais avançado no domínio do combate ao tráfico de seres humanos, estabelecendo várias medidas para o combater", salientou, em comunicado referido pela agência de notícias espanhola, o Governo israelita.

Aquela Convenção está em vigor em todos os 47 Estados do Conselho, com excepção da Rússia e da República Checa, e foi reafirmada em Portugal em 2008 com o objectivo de prevenir o tráfico de seres humanos, proteger as vítimas e perseguir os traficantes.

A adesão de Israel foi aprovada após uma "revisão minuciosa" dos ministérios governamentais relevantes que determinaram que "Israel cumpre plenamente os termos e requisitos da Convenção".

Para Israel, a adesão "reforça os instrumentos (já existentes) para combater este difícil fenómeno" e permite-lhe "adaptar-se aos novos padrões da escravatura moderna", cita a Efe.

O ministério da Justiça israelita salientou que Israel se encontra actualmente em lugar cimeiro na classificação do Departamento de Estado dos EUA sobre combate ao tráfico de seres humanos.

"Actualmente [a Convenção do Conselho da Europa sobre o Combate ao Tráfico de Seres Humanos] é considerada o documento internacional mais avançado no domínio do combate ao tráfico de seres humanos, estabelecendo várias medidas para o combater", salientou, em comunicado referido pela agência de notícias espanhola, o Governo israelita.

Aquela Convenção está em vigor em todos os 47 Estados do Conselho, com excepção da Rússia e da República Checa, e foi reafirmada em Portugal em 2008 com o objectivo de prevenir o tráfico de seres humanos, proteger as vítimas e perseguir os traficantes.

A adesão de Israel foi aprovada após uma "revisão minuciosa" dos ministérios governamentais relevantes que determinaram que "Israel cumpre plenamente os termos e requisitos da Convenção".

Para Israel, a adesão "reforça os instrumentos (já existentes) para combater este difícil fenómeno" e permite-lhe "adaptar-se aos novos padrões da escravatura moderna", cita a Efe.

O ministério da Justiça israelita salientou que Israel se encontra actualmente em lugar cimeiro na classificação do Departamento de Estado dos EUA sobre combate ao tráfico de seres humanos.