Israel e Palestina pedem apoio ao Conselho de Direitos Humanos

Jerusalém - Israel pediu hoje, 27, ao Conselho de Direitos Humanos da ONU para condenar os ataques do Hamas, enquanto a diplomacia da Palestina solicitou ao mesmo organismo para investigar a ocupação ilegal de Israel.

Para o embaixador de Israel nas Nações Unidas em Genebra, Meirav Eilon Shahar, o Conselho de Direitos Humanos "deve escolher entre uma organização terrorista que glorifica a morte ou uma democracia que valoriza a vida".

Durante uma sessão para discutir a escalada do conflito entre Israel e os palestinianos, Shahar defendeu que os ataques com mísseis contra Gaza pelas Forças Armadas israelitas, nos quais morreram pelo menos 242 pessoas (incluindo 63 crianças), foram um ato de defesa contra os ataques do Hamas.

"Em 11 dias, aquela organização terrorista lançou mais de 4.400 foguetes contra civis israelitas", argumentou Eilon Shahar, que perguntou à comunidade internacional "o que faria se os foguetes fossem disparados contra Dublin, Paris ou Madrid".

O embaixador criticou o facto de quase uma em cada três sessões especiais do Conselho de Direitos Humanos ter sido dedicada ao conflito israelo-palestiniano, e de este, "em vez de condenar o Hamas pelas suas actividades terroristas", ter tido Israel como "o alvo".

Durante esta sessão do Conselho de Direitos Humanos, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Palestina, Riyad al Maliki, pediu para que uma missão investigue a ocupação ilegal de Israel em território palestiniano, que denominou de "sistema colonialista".

Al Maliki acusou Israel de organizar uma agressão facilitada por políticas que "dão impunidade a um regime covarde e racista, que mata crianças e viola todas as normas do Direito Internacional".

Para o embaixador de Israel nas Nações Unidas em Genebra, Meirav Eilon Shahar, o Conselho de Direitos Humanos "deve escolher entre uma organização terrorista que glorifica a morte ou uma democracia que valoriza a vida".

Durante uma sessão para discutir a escalada do conflito entre Israel e os palestinianos, Shahar defendeu que os ataques com mísseis contra Gaza pelas Forças Armadas israelitas, nos quais morreram pelo menos 242 pessoas (incluindo 63 crianças), foram um ato de defesa contra os ataques do Hamas.

"Em 11 dias, aquela organização terrorista lançou mais de 4.400 foguetes contra civis israelitas", argumentou Eilon Shahar, que perguntou à comunidade internacional "o que faria se os foguetes fossem disparados contra Dublin, Paris ou Madrid".

O embaixador criticou o facto de quase uma em cada três sessões especiais do Conselho de Direitos Humanos ter sido dedicada ao conflito israelo-palestiniano, e de este, "em vez de condenar o Hamas pelas suas actividades terroristas", ter tido Israel como "o alvo".

Durante esta sessão do Conselho de Direitos Humanos, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Palestina, Riyad al Maliki, pediu para que uma missão investigue a ocupação ilegal de Israel em território palestiniano, que denominou de "sistema colonialista".

Al Maliki acusou Israel de organizar uma agressão facilitada por políticas que "dão impunidade a um regime covarde e racista, que mata crianças e viola todas as normas do Direito Internacional".