Mais de 300 detidos em manifestações na Bielorrússia

Minsk - Mais de 300 pessoas foram detidas, hoje, na Bielorrússia, numa nova jornada dos protestos iniciados há quatro meses contra o presidente, Alexandr Lukashenko, a quem a oposição acusa de fraude nas eleições presidenciais de 09 de Agosto último.

Só em Minsk, terão sido detidas mais de 300 pessoas por "transgressão à lei sobre actividades em massa", anunciou o chefe do Departamento de Segurança Pública da capital bielorrussa, Alexandr Kupchenia, na página desta autoridade na Internet.

O oficial da polícia acrescentou que foram abertos processos administrativos aos detidos, que, segundo a legislação bielorrussa, podem incorrer em multas ou dias de prisão.

Até ao momento, desconhece-se o número de detidos noutras cidades do país onde também se registaram protestos.

A Organização Não-Govermamental (ONG) bielorrussa de direitos humanos Vesná publicou uma lista extensa de detidos pela polícia em várias cidades, a maioria dos quais na capital.

Tal como no domingo passado, os opositores de Alexandr Lukashenko utilizaram a táctica de pequenas manifestações em diferentes bairros da capital, evitando que as forças policiais, que desde a manhã ocuparam praticamente o centro de Minsk, pudessem efectuar detenções em massa.

A lista de detidos publicada pela Vesná inclui a conhecida activista e opositora Nina Baguínskaya, de 73 anos, que, em Setembro passado, já fora detida noutro protesto, após o qual o Presidente Lukashenko terá instruído as autoridades policiais para que não agissem contra ela.

Segundo a ONG, Baguínskaya foi detida junto ao Ministério do Interior, em Mink, tendo sido libertada pouco depois.

Quatro meses depois das presidenciais, que a oposição bielorrussa e organizações ocidentais consideram de fraudulentas, os bielorrussos continuam, todos os domingos, a protestar na capital e noutras cidades do país.

Só em Minsk, terão sido detidas mais de 300 pessoas por "transgressão à lei sobre actividades em massa", anunciou o chefe do Departamento de Segurança Pública da capital bielorrussa, Alexandr Kupchenia, na página desta autoridade na Internet.

O oficial da polícia acrescentou que foram abertos processos administrativos aos detidos, que, segundo a legislação bielorrussa, podem incorrer em multas ou dias de prisão.

Até ao momento, desconhece-se o número de detidos noutras cidades do país onde também se registaram protestos.

A Organização Não-Govermamental (ONG) bielorrussa de direitos humanos Vesná publicou uma lista extensa de detidos pela polícia em várias cidades, a maioria dos quais na capital.

Tal como no domingo passado, os opositores de Alexandr Lukashenko utilizaram a táctica de pequenas manifestações em diferentes bairros da capital, evitando que as forças policiais, que desde a manhã ocuparam praticamente o centro de Minsk, pudessem efectuar detenções em massa.

A lista de detidos publicada pela Vesná inclui a conhecida activista e opositora Nina Baguínskaya, de 73 anos, que, em Setembro passado, já fora detida noutro protesto, após o qual o Presidente Lukashenko terá instruído as autoridades policiais para que não agissem contra ela.

Segundo a ONG, Baguínskaya foi detida junto ao Ministério do Interior, em Mink, tendo sido libertada pouco depois.

Quatro meses depois das presidenciais, que a oposição bielorrussa e organizações ocidentais consideram de fraudulentas, os bielorrussos continuam, todos os domingos, a protestar na capital e noutras cidades do país.