Médio Oriente: EUA ameaçam vetar projecto de resolução francês na ONU

  • Sede da ONU em Nova Iorque
Nova Iorque - Os Estados Unidos ameaçam usar o seu poder de veto no Conselho de Segurança das Nações Unidas contra o plano francês de uma resolução que pede a cessação do conflito israelo-palestiniano.

Os Estados Unidos "não apoiarão ações que minem os esforços de desaceleração" do conflito israelo-palestiniano, disse hoje a missão diplomática dos EUA na ONU.

"Temos sido claros e consistentes em que estamos a concentrar-nos em intensos e continuados esforços diplomáticos para acabar com a violência e que não apoiaremos ações que acreditamos minar os esforços para diminuir a escalada", disse uma porta-voz da missão norte-americana.

Esta afirmação indica implicitamente que Washington se prepara para vetar o projecto francês, se houver uma votação.

Na terça-feira, a França propôs um "projecto de resolução", pedindo a "cessação de hostilidades" e o "acesso a ajuda humanitária", aumentando a pressão diplomática sobre os Estados Unidos na sua posição no conflito israelo-palestiniano, que dura desde o passado dia 10.

Os Estados Unidos, um dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança, usaram o seu poder de veto em finais de 2017 para se oporem a uma resolução sobre o estatuto de Jerusalém, após a decisão do ex-Presidente Donald Trump de reconhecer a cidade como capital de Israel.

No final da manhã de hoje, nenhum texto foi compartilhado com os 15 membros do Conselho de Segurança, de acordo com vários diplomatas interrogados pela agência France Presse, e ainda não há uma data para a votação do projecto francês.

De acordo com as mesmas fontes diplomáticas, a França submeteu o seu texto aos Estados Unidos, mas nenhuma outra grande potência, membro permanente do Conselho de Segurança, como a China e a Rússia, teve acesso ao projeto até hoje.

Os Estados Unidos "não apoiarão ações que minem os esforços de desaceleração" do conflito israelo-palestiniano, disse hoje a missão diplomática dos EUA na ONU.

"Temos sido claros e consistentes em que estamos a concentrar-nos em intensos e continuados esforços diplomáticos para acabar com a violência e que não apoiaremos ações que acreditamos minar os esforços para diminuir a escalada", disse uma porta-voz da missão norte-americana.

Esta afirmação indica implicitamente que Washington se prepara para vetar o projecto francês, se houver uma votação.

Na terça-feira, a França propôs um "projecto de resolução", pedindo a "cessação de hostilidades" e o "acesso a ajuda humanitária", aumentando a pressão diplomática sobre os Estados Unidos na sua posição no conflito israelo-palestiniano, que dura desde o passado dia 10.

Os Estados Unidos, um dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança, usaram o seu poder de veto em finais de 2017 para se oporem a uma resolução sobre o estatuto de Jerusalém, após a decisão do ex-Presidente Donald Trump de reconhecer a cidade como capital de Israel.

No final da manhã de hoje, nenhum texto foi compartilhado com os 15 membros do Conselho de Segurança, de acordo com vários diplomatas interrogados pela agência France Presse, e ainda não há uma data para a votação do projecto francês.

De acordo com as mesmas fontes diplomáticas, a França submeteu o seu texto aos Estados Unidos, mas nenhuma outra grande potência, membro permanente do Conselho de Segurança, como a China e a Rússia, teve acesso ao projeto até hoje.