Melania Trump despede-se da Casa Branca com apelos ao amor e à paz

Washington - Melania Trump despediu-se esta segunda-feira, dois dias antes de sair da Casa Branca, com uma mensagem em que instou os cidadãos dos EUA a "escolher o amor ao ódio" e "a paz à violência".

Os termos da despedida de Melanio contrastam com o ambiente de tensão que se vive no país, depois do assalto ao Capitólio por apoiantes do seu marido, em 06 de Janeiro, que provocou cinco mortos.

Em vídeo, distribuído pela Casa Branca, com uma duração de sete minutos, Melania afirmou: "Devemos centrar-nos em tudo o que nos une, superar o que nos divide e escolher sempre o amor ao ódio, a paz à violência".

Apesar destas palavras amáveis, os Trump (Donald e Melania) vão romper uma das tradições mais antigas da investidura presidencial e sair da Casa Branca sem receber os seus sucessores, o democrata Joe Biden e a sua esposa, Jill.

De resto, Donald Trump ainda não reconheceu a vitória eleitoral de Joe Biden, no escrutínio de 03 de Novembro, e mantém as alegações, nunca provadas e rejeitadas em vários tribunais, de "fraude eleitoral".

Biden teve mais seis milhões de votos de cidadãos do que Trump e 306 votos do Colégio Eleitoral, ao passo que Trump se ficou pelos 232.

A cerimónia de investidura de Joe Biden está marcada para quarta-feira, dia 20.

A segurança da cerimónia obrigou à deslocação para Washington de mais de 20 mil efectivos da Guarda Nacional.

Os termos da despedida de Melanio contrastam com o ambiente de tensão que se vive no país, depois do assalto ao Capitólio por apoiantes do seu marido, em 06 de Janeiro, que provocou cinco mortos.

Em vídeo, distribuído pela Casa Branca, com uma duração de sete minutos, Melania afirmou: "Devemos centrar-nos em tudo o que nos une, superar o que nos divide e escolher sempre o amor ao ódio, a paz à violência".

Apesar destas palavras amáveis, os Trump (Donald e Melania) vão romper uma das tradições mais antigas da investidura presidencial e sair da Casa Branca sem receber os seus sucessores, o democrata Joe Biden e a sua esposa, Jill.

De resto, Donald Trump ainda não reconheceu a vitória eleitoral de Joe Biden, no escrutínio de 03 de Novembro, e mantém as alegações, nunca provadas e rejeitadas em vários tribunais, de "fraude eleitoral".

Biden teve mais seis milhões de votos de cidadãos do que Trump e 306 votos do Colégio Eleitoral, ao passo que Trump se ficou pelos 232.

A cerimónia de investidura de Joe Biden está marcada para quarta-feira, dia 20.

A segurança da cerimónia obrigou à deslocação para Washington de mais de 20 mil efectivos da Guarda Nacional.