Ministra sul-coreana retira candidatura à liderança da OMC

Seul - A ministra do Comércio, Indústria e Energia da Coreia do Sul, Yoo Myung-hee, retirou hoje a sua candidatura para dirigir a Organização Mundial do Comércio (OMC), abrindo caminho para que a economista nigeriana Ngozi Okonjo-Iweala assuma o cargo.

"Tendo em conta vários fatores, incluindo a necessidade de revitalizar a missão da OMC, Yoo decidiu retirar a sua candidatura", explicou um comunicado divulgado pelo Ministério do Comércio, Indústria e Energia.

A OMC já tinha dito em Outubro que Ngozi Okonjo-Iweala, uma ex-ministra das Finanças nigeriana e também ministra dos Negócios Estrangeiros, tinha ganho mais apoio para a sua candidatura à liderança do organismo de 164 membros.

"A Coreia do Sul continuará a dar várias contribuições para restaurar e reforçar o multilateralismo. Esforçar-se-á especialmente para desempenhar um papel de liderança em questões globais, incluindo a reforma da OMC, bem como a economia digital e as alterações climáticas", acrescenta o comunicado do ministério de Yoo.

Yoo e Okonjo eram as duas últimas concorrentes ao lugar cimeiro do organismo com base em Genebra, depois de candidatos de seis outros Estados membros se retirarem da corrida.

O processo de selecção do líder máximo da OMC baseia-se no consenso e não num sistema de votação e de maiorias.

Durante a sua campanha, Yoo comprometeu-se a concentrar-se na reconstrução da confiança nas relações comerciais multilaterais, na sequência de uma onda de políticas protecionistas que tiveram a expressão máxima com o antigo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que chegou ao ponto de retirar o seu país da organização em Julho passado.

Numa recente reunião virtual de vários membros da OMC, foi feito um apelo para que em breve fosse nomeado um novo director-geral para abrir as portas às reformas exigidas para o organismo.

"Tendo em conta vários fatores, incluindo a necessidade de revitalizar a missão da OMC, Yoo decidiu retirar a sua candidatura", explicou um comunicado divulgado pelo Ministério do Comércio, Indústria e Energia.

A OMC já tinha dito em Outubro que Ngozi Okonjo-Iweala, uma ex-ministra das Finanças nigeriana e também ministra dos Negócios Estrangeiros, tinha ganho mais apoio para a sua candidatura à liderança do organismo de 164 membros.

"A Coreia do Sul continuará a dar várias contribuições para restaurar e reforçar o multilateralismo. Esforçar-se-á especialmente para desempenhar um papel de liderança em questões globais, incluindo a reforma da OMC, bem como a economia digital e as alterações climáticas", acrescenta o comunicado do ministério de Yoo.

Yoo e Okonjo eram as duas últimas concorrentes ao lugar cimeiro do organismo com base em Genebra, depois de candidatos de seis outros Estados membros se retirarem da corrida.

O processo de selecção do líder máximo da OMC baseia-se no consenso e não num sistema de votação e de maiorias.

Durante a sua campanha, Yoo comprometeu-se a concentrar-se na reconstrução da confiança nas relações comerciais multilaterais, na sequência de uma onda de políticas protecionistas que tiveram a expressão máxima com o antigo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que chegou ao ponto de retirar o seu país da organização em Julho passado.

Numa recente reunião virtual de vários membros da OMC, foi feito um apelo para que em breve fosse nomeado um novo director-geral para abrir as portas às reformas exigidas para o organismo.