Ministros de 51 países em Londres para discussões prévias a cimeira

Londres - Os ministros do Ambiente de 51 países reunem-se hoje e segunda-feira, em Londres, para estabelecer discussões cruciais para o êxito da COP26, cimeira sobre o clima agendada para Novembro.

A reunião agendada para a capital britânica - na qual participarão Estados Unidos, China e Índia - inclui a discussão de "questões-chave a resolver na cimeira", segundo um comunicado do governo do Reino Unido, que actualmente preside à COP26.

Na agenda está o objectivo central de manter vivo o propósito de limitar o aquecimento global a 1,5°C, mas persistem também bloqueios sobre financiamento, transparência, calendarização e mercados de carbono.

Esta será a primeira reunião presencial em 18 meses, mas decorrerá em simultâneo por videoconferência, para juntar o máximo de participantes.

O Reino Unido espera que a reunião - informal e à porta fechada - encoraje "conversas francas" entre os diferentes protagonistas e que estes possam encontrar soluções de unidade a apresentar na cimeira de Novembro, que vai decorrer em Glasgow, na Escócia.

"Os ministros não devem recear revelar os pontos de desacordo, mantendo um espírito de cooperação", frisou o presidente da COP26, o britânico Alok Sharma.

"Enquanto ministros responsáveis pela luta contra o aquecimento global, transportamos o peso do mundo às costas e os dois próximos dias serão críticos", reconheceu.

Durante o encontro, os grandes emissores de dióxido de carbono (CO2), como China e Estados Unidos, vão manter discussões com os países mais vulneráveis ao aquecimento global, como Jamaica, Costa Rica, Rwanda e ilhas Marshall.

A reunião agendada para a capital britânica - na qual participarão Estados Unidos, China e Índia - inclui a discussão de "questões-chave a resolver na cimeira", segundo um comunicado do governo do Reino Unido, que actualmente preside à COP26.

Na agenda está o objectivo central de manter vivo o propósito de limitar o aquecimento global a 1,5°C, mas persistem também bloqueios sobre financiamento, transparência, calendarização e mercados de carbono.

Esta será a primeira reunião presencial em 18 meses, mas decorrerá em simultâneo por videoconferência, para juntar o máximo de participantes.

O Reino Unido espera que a reunião - informal e à porta fechada - encoraje "conversas francas" entre os diferentes protagonistas e que estes possam encontrar soluções de unidade a apresentar na cimeira de Novembro, que vai decorrer em Glasgow, na Escócia.

"Os ministros não devem recear revelar os pontos de desacordo, mantendo um espírito de cooperação", frisou o presidente da COP26, o britânico Alok Sharma.

"Enquanto ministros responsáveis pela luta contra o aquecimento global, transportamos o peso do mundo às costas e os dois próximos dias serão críticos", reconheceu.

Durante o encontro, os grandes emissores de dióxido de carbono (CO2), como China e Estados Unidos, vão manter discussões com os países mais vulneráveis ao aquecimento global, como Jamaica, Costa Rica, Rwanda e ilhas Marshall.