Morador das Ilhas Marshall encontra barco sem pessoas, mas com 649 quilos de cocaína

Moscovo - Um pequeno e despretensioso barco foi levado para uma ilha remota do Oceano Pacífico na semana passada sem transportar passageiros, mas carregado com cerca de 649 kg de cocaína, informou a rede de TV a cabo CNN.

A droga valia 80 milhões de dólares. O arquipélago no Oceano Pacífico tem segurança do seu território monitorado pelo governo dos Estados Unidos.

A embarcação de 18 pés (5,4 metros) de fibra de vidro foi descoberta numa praia no Atol de Ailuk nas Ilhas Marshall, uma cadeia de atóis de coral e ilhas vulcânicas entre as Filipinas e o Havaí.

A cocaína veio selada e envolta em blocos, segundo a Polícia das Ilhas Marshall, que depois recolheu e destruiu a maioria das embalagens queimando-as num incinerador. Fotos dos blocos mostram plástico manchado, amarelado e carimbado com um logotipo vermelho que ostenta as letras "KW".

Um morador de Ailuk, onde vivem cerca de 400 pessoas, descobriu o barco na semana passada, segundo a rede de TV. Ele era muito pesado para os colegas levarem para a praia, por isso investigaram o interior, onde um grande compartimento debaixo do convés revelou os tijolos de cocaína.

Os moradores notificaram as autoridades e a Polícia trouxe a droga de volta para a capital de Majuro, em outra ilha. Esta semana, os agentes levaram a cocaína para o incinerador.

Apenas dois quilos foram poupados para que a Agência de Fiscalização de Drogas dos Estados Unidos (DEA) efectuasse análises laboratoriais, disseram as autoridades.

As Ilhas têm uma "livre associação" com os Estados Unidos que são responsáveis pela segurança e pela defesa do território.

No total, a carga vale cerca de 80 milhões de dólares e é a maior quantidade de cocaína já apreendida nas Ilhas Marshall.

As autoridades disseram que acreditavam que o barco tinha vindo à deriva da América do Sul ou Central e que poderia estar no mar há um ou dois anos.

A droga valia 80 milhões de dólares. O arquipélago no Oceano Pacífico tem segurança do seu território monitorado pelo governo dos Estados Unidos.

A embarcação de 18 pés (5,4 metros) de fibra de vidro foi descoberta numa praia no Atol de Ailuk nas Ilhas Marshall, uma cadeia de atóis de coral e ilhas vulcânicas entre as Filipinas e o Havaí.

A cocaína veio selada e envolta em blocos, segundo a Polícia das Ilhas Marshall, que depois recolheu e destruiu a maioria das embalagens queimando-as num incinerador. Fotos dos blocos mostram plástico manchado, amarelado e carimbado com um logotipo vermelho que ostenta as letras "KW".

Um morador de Ailuk, onde vivem cerca de 400 pessoas, descobriu o barco na semana passada, segundo a rede de TV. Ele era muito pesado para os colegas levarem para a praia, por isso investigaram o interior, onde um grande compartimento debaixo do convés revelou os tijolos de cocaína.

Os moradores notificaram as autoridades e a Polícia trouxe a droga de volta para a capital de Majuro, em outra ilha. Esta semana, os agentes levaram a cocaína para o incinerador.

Apenas dois quilos foram poupados para que a Agência de Fiscalização de Drogas dos Estados Unidos (DEA) efectuasse análises laboratoriais, disseram as autoridades.

As Ilhas têm uma "livre associação" com os Estados Unidos que são responsáveis pela segurança e pela defesa do território.

No total, a carga vale cerca de 80 milhões de dólares e é a maior quantidade de cocaína já apreendida nas Ilhas Marshall.

As autoridades disseram que acreditavam que o barco tinha vindo à deriva da América do Sul ou Central e que poderia estar no mar há um ou dois anos.