Netanyahu convoca referendo para eleger próximo PM

Jerusalém - O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, convocou terça-feira um referendo para eleger o próximo chefe do Governo do país, enquanto continua a batalhar para criar uma coligação depois de vencer as eleições legislativas.

"Precisamos de um referendo rápido para quebrar o impasse político", disse o primeiro-ministro em conferência de imprensa, citado pela France-Presse (AFP), de modo a deixar "os eleitores decidirem quem será o próximo" chefe do Governo de Israel.

O Likud, partido ao qual Netanyahu pertence, conquistou 30 dos 120 lugares no Knesset (parlamento de Israel) nas legislativas de 23 de Março, as quartas em menos de dois anos, consequência da instabilidade política que parece não ter fim à vista.

Apesar de conseguir o apoio dos partidos ultraortodoxos e de uma aliança de extrema-direita, Netanyahu ainda não conseguiu chegar à maioria de 61 lugares.

Em 06 de Abril, o primeiro-ministro israelita foi mandatado pelo Presidente, Reuven Rivlin, para formar Governo, mas Netanyahu ainda não o conseguiu fazer.

Benjamin Netanyahu, de 71 anos, pediu no domingo a Gideon Sa'ar - que abandonou o Likud em 2020 para fundar o Nova Esperança -- para se juntar ao primeiro-ministro na formação de um "Governo de direita".

Contudo, os adversários políticos de Netanyahu estão a trabalhar nos bastidores para criar um Governo que substitua o que o primeiro-ministro quer constituir. Netanyahu ocupa o cargo há 12 anos e actualmente está a ser julgado por corrupção em três processos.

Também no domingo, o centrista Yair Lapid, dirigente do Yesh Atid, propôs a formação de um Governo de Unidade formado pelos partidos de direito, centro e esquerda, mas excluindo o de Netanyahu. Esta coligação, no entanto, apenas garantiria 58 dos 61 lugares no Knesset necessários.

Por isso, o referendo poderá permitir a Benjamin Netanyahu permanecer no poder, mas, de acordo com investigadores consultados pelo AFP, esta consulta popular poderá levar a mais um impasse político.

"Precisamos de um referendo rápido para quebrar o impasse político", disse o primeiro-ministro em conferência de imprensa, citado pela France-Presse (AFP), de modo a deixar "os eleitores decidirem quem será o próximo" chefe do Governo de Israel.

O Likud, partido ao qual Netanyahu pertence, conquistou 30 dos 120 lugares no Knesset (parlamento de Israel) nas legislativas de 23 de Março, as quartas em menos de dois anos, consequência da instabilidade política que parece não ter fim à vista.

Apesar de conseguir o apoio dos partidos ultraortodoxos e de uma aliança de extrema-direita, Netanyahu ainda não conseguiu chegar à maioria de 61 lugares.

Em 06 de Abril, o primeiro-ministro israelita foi mandatado pelo Presidente, Reuven Rivlin, para formar Governo, mas Netanyahu ainda não o conseguiu fazer.

Benjamin Netanyahu, de 71 anos, pediu no domingo a Gideon Sa'ar - que abandonou o Likud em 2020 para fundar o Nova Esperança -- para se juntar ao primeiro-ministro na formação de um "Governo de direita".

Contudo, os adversários políticos de Netanyahu estão a trabalhar nos bastidores para criar um Governo que substitua o que o primeiro-ministro quer constituir. Netanyahu ocupa o cargo há 12 anos e actualmente está a ser julgado por corrupção em três processos.

Também no domingo, o centrista Yair Lapid, dirigente do Yesh Atid, propôs a formação de um Governo de Unidade formado pelos partidos de direito, centro e esquerda, mas excluindo o de Netanyahu. Esta coligação, no entanto, apenas garantiria 58 dos 61 lugares no Knesset necessários.

Por isso, o referendo poderá permitir a Benjamin Netanyahu permanecer no poder, mas, de acordo com investigadores consultados pelo AFP, esta consulta popular poderá levar a mais um impasse político.