Número de mortos causados por sismo na Indonésia sobe para 56

Jacarta - O número de vítimas mortais de um sismo registado na sexta-feira na ilha de Celebes, na Indonésia, subiu para 56, informaram hoje as autoridades, indicando que prosseguem as buscas de sobreviventes nos escombros.

O último balanço apontava para 42 mortos, segundo as autoridades locais.

O terramoto, com magnitude de 6,2 na escala de Richter, aconteceu durante a noite de sexta-feira, deixando milhares de pessoas desalojadas e várias centenas de feridos.

Dezenas de corpos foram retirados dos escombros de edícios em Mamuju, capital da provícia, onde um hospital ruiu, com vítimas também a sul, após uma forte réplica na manhã de sábado.

Aviões e barcos entregaram mantimentos e equipamentos de urgência na ilha, e a marinha enviou um navio médico para ajudar os hospitais ainda em funcionamento, em colapso com o afluxo de feridos.

Milhares de pessoas ficaram desalojadas, mas há quem, tendo a casa intacta, não queira regressar, temendo novas réplicas ou um tsunami como o de 2018, que fez mais de quatro mil mortos.

"É melhor abrigarmo-nos caso aconteça alguma coisa pior", explicou un habitante de Mamuju, Abdul Wahab, refugiado numa tenda, com a mulher e os quatro filhos, incluindo um bebé. "Esperamos que o governo possa enviar-nos rapidamente ajuda, alimentos, medicamentos e leite para as crianças", apelou, em declarações à agência de notícias France Presse (AFP).

A situação é agravada pela pandemia, com as autoridades a temerem contágios nos acampamentos a abarrotar.

O sismo, com magnitude de 6,2, segundo o Instituto norte-americano de Geofísica, foi registado na sexta-feira, às 02:18, com epicentro 36 quilómetros a sul de Mamuju, e profundidade de 18 quilómetros, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

Derrocadas provocadas pelo terramoto cortaram o acesso a uma das principais estradas da província.

O sismo também causou danos no aeroporto local, num hotel e na sede do governador. Parte da localidade continua sem electricidade.

A agência de meteorologia e geofísica alertou para o perigo de réplicas, "que poderão ser tão ou mais fortes" que o sismo registado, alertou a responsável, Dwikorita Karnawati, pedindo aos habitantes para se afastarem do mar, por haver risco de tsunami.

O forte sismo provocou o pânico na ilha, já abalada em setembro de 2018 por um terramoto com magnitude de 7,5, seguido de um tsunami devastador, que provocou então 4.300 mortes e desaparecidos e pelo menos 170 mil deslocados.

O último balanço apontava para 42 mortos, segundo as autoridades locais.

O terramoto, com magnitude de 6,2 na escala de Richter, aconteceu durante a noite de sexta-feira, deixando milhares de pessoas desalojadas e várias centenas de feridos.

Dezenas de corpos foram retirados dos escombros de edícios em Mamuju, capital da provícia, onde um hospital ruiu, com vítimas também a sul, após uma forte réplica na manhã de sábado.

Aviões e barcos entregaram mantimentos e equipamentos de urgência na ilha, e a marinha enviou um navio médico para ajudar os hospitais ainda em funcionamento, em colapso com o afluxo de feridos.

Milhares de pessoas ficaram desalojadas, mas há quem, tendo a casa intacta, não queira regressar, temendo novas réplicas ou um tsunami como o de 2018, que fez mais de quatro mil mortos.

"É melhor abrigarmo-nos caso aconteça alguma coisa pior", explicou un habitante de Mamuju, Abdul Wahab, refugiado numa tenda, com a mulher e os quatro filhos, incluindo um bebé. "Esperamos que o governo possa enviar-nos rapidamente ajuda, alimentos, medicamentos e leite para as crianças", apelou, em declarações à agência de notícias France Presse (AFP).

A situação é agravada pela pandemia, com as autoridades a temerem contágios nos acampamentos a abarrotar.

O sismo, com magnitude de 6,2, segundo o Instituto norte-americano de Geofísica, foi registado na sexta-feira, às 02:18, com epicentro 36 quilómetros a sul de Mamuju, e profundidade de 18 quilómetros, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

Derrocadas provocadas pelo terramoto cortaram o acesso a uma das principais estradas da província.

O sismo também causou danos no aeroporto local, num hotel e na sede do governador. Parte da localidade continua sem electricidade.

A agência de meteorologia e geofísica alertou para o perigo de réplicas, "que poderão ser tão ou mais fortes" que o sismo registado, alertou a responsável, Dwikorita Karnawati, pedindo aos habitantes para se afastarem do mar, por haver risco de tsunami.

O forte sismo provocou o pânico na ilha, já abalada em setembro de 2018 por um terramoto com magnitude de 7,5, seguido de um tsunami devastador, que provocou então 4.300 mortes e desaparecidos e pelo menos 170 mil deslocados.