OMS deseja retoma de relações com os EUA prometida por Biden

  • Director-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus (Foto arquivo)
Genebra - A Organização Mundial de Saúde (OMS) deseja retomar as relações com os Estados Unidos, após a vitória de Joe Biden nas presidenciais, que na campanha prometeu reavaliar o processo de saída do país ordenada por Donald Trump.

"Felicitações ao presidente eleito Joe Biden e à sua vice-presidente Kamala Harris. Os meu colegas da OMS e eu próprio estamos ansiosos por trabalhar convosco e com as vossas equipas", afirmou o diretor geral da organização, Tedros Ghebreyesus, numa mensagem colocada na rede social Twitter.

Tedros Ghebreyesus recorda ainda que "uma crise como aquela que foi provocada pela pandemia de covid-19 mostra a importância da solidariedade e da proteção da vida e dos meios de subsistência".

Os Estados Unidos são o país mais afetado pela covid-19 com mais de 9,5 milhões de casos de infecção e 233 mortos.

O presidente cessante Donald Trump culpou a OMS de não ter atuado a tempo para evitar a propagação do novo coronavírus doença à escala mundial, de ter encoberto a China, país onde o vírus surgiu, e ainda de ter ocultado importante informação na fase inicial da pandemia.

Posteriormente, Trump decidiu retirar os EUA da OMS, mas Biden disse, durante a sua campanha, que revogaria essa ordem no primeiro dia do seu mandato como presidente.

Joe Biden foi anunciado, no sábado, como vencedor das eleições presidenciais de 03 de Novembro, de acordo com projeções dos 'media' norte-americanos.

Biden totaliza pelo menos 279 "grandes eleitores" do Colégio Eleitoral, derrotando o candidato republicano e Presidente cessante Donald Trump.

A posse de Biden como 46º Presidente dos Estados Unidos está marcada para 20 de janeiro de 2021.

"Felicitações ao presidente eleito Joe Biden e à sua vice-presidente Kamala Harris. Os meu colegas da OMS e eu próprio estamos ansiosos por trabalhar convosco e com as vossas equipas", afirmou o diretor geral da organização, Tedros Ghebreyesus, numa mensagem colocada na rede social Twitter.

Tedros Ghebreyesus recorda ainda que "uma crise como aquela que foi provocada pela pandemia de covid-19 mostra a importância da solidariedade e da proteção da vida e dos meios de subsistência".

Os Estados Unidos são o país mais afetado pela covid-19 com mais de 9,5 milhões de casos de infecção e 233 mortos.

O presidente cessante Donald Trump culpou a OMS de não ter atuado a tempo para evitar a propagação do novo coronavírus doença à escala mundial, de ter encoberto a China, país onde o vírus surgiu, e ainda de ter ocultado importante informação na fase inicial da pandemia.

Posteriormente, Trump decidiu retirar os EUA da OMS, mas Biden disse, durante a sua campanha, que revogaria essa ordem no primeiro dia do seu mandato como presidente.

Joe Biden foi anunciado, no sábado, como vencedor das eleições presidenciais de 03 de Novembro, de acordo com projeções dos 'media' norte-americanos.

Biden totaliza pelo menos 279 "grandes eleitores" do Colégio Eleitoral, derrotando o candidato republicano e Presidente cessante Donald Trump.

A posse de Biden como 46º Presidente dos Estados Unidos está marcada para 20 de janeiro de 2021.