OMS recomenda que agências estudem efeitos colaterais de vacinas contra covid-19

Genebra - A porta-voz da OMS, Margaret Harris, disse, nesta sexta-feira, que quaisquer efeitos colaterais de vacinas contra a COVID-19 devem ser estudados por autoridades nacionais.

A declaração foi dada quando Harris foi indagada a respeito do alerta do Reino Unido para que pessoas com histórico de anafilaxia evitem a vacina da Pfizer-BioNTech.

"Mas as pessoas não deveriam ficar muito preocupadas. Lembrem que existem várias candidatas à vacina aparecendo ao mesmo tempo", afirmou.

Margaret Harris participou de uma conferência de imprensa na sede da OMS, em Genebra, na Suíça, segundo a agência Reuters.

"Uma vacina pode não ser adequada para certos indivíduos, mas você pode muito bem descobrir que outra vacina é", completou.

A porta-voz destacou que a OMS está a analisar dados de testes de estágio avançado de muitas candidatas à vacina contra COVID-19 e ainda não emitiu uma autorização de uso emergencial para nenhum imunizante.

"A principal coisa que analisamos é a segurança”, acrescentou Harris.

Na terça-feira (8), o Reino Unido tornou-se o primeiro país a distribuir a vacina da Pfizer-BioNTech. Porém, a agência reguladora local fez um alerta e disse que pessoas com histórico de anafilaxia ao ingerir um remédio ou alimento não deveriam recebê-la.

A declaração foi dada quando Harris foi indagada a respeito do alerta do Reino Unido para que pessoas com histórico de anafilaxia evitem a vacina da Pfizer-BioNTech.

"Mas as pessoas não deveriam ficar muito preocupadas. Lembrem que existem várias candidatas à vacina aparecendo ao mesmo tempo", afirmou.

Margaret Harris participou de uma conferência de imprensa na sede da OMS, em Genebra, na Suíça, segundo a agência Reuters.

"Uma vacina pode não ser adequada para certos indivíduos, mas você pode muito bem descobrir que outra vacina é", completou.

A porta-voz destacou que a OMS está a analisar dados de testes de estágio avançado de muitas candidatas à vacina contra COVID-19 e ainda não emitiu uma autorização de uso emergencial para nenhum imunizante.

"A principal coisa que analisamos é a segurança”, acrescentou Harris.

Na terça-feira (8), o Reino Unido tornou-se o primeiro país a distribuir a vacina da Pfizer-BioNTech. Porém, a agência reguladora local fez um alerta e disse que pessoas com histórico de anafilaxia ao ingerir um remédio ou alimento não deveriam recebê-la.