Papa apela ao fim do conflito entre a Rússia e a Ucrânia

  • Papa Francisco
Cidade do Vaticano - O Papa Francisco apelou hoje ao fim das tensões entre a Rússia e a Ucrânia, lamentando o aumento do contingente militar russo, e alertou para a “grave situação humanitária” vivida na zona leste do país, noticiou a Lusa.

“Observo com preocupação os acontecimentos em algumas áreas do leste da Ucrânia, onde nos últimos meses aumentou a violação do cessar-fogo, e com inquietação o aumento da atividade militar”, afirmou o sumo pontífice, desde a janela do Palácio do Vaticano.


O Papa apelou ao fim das tensões entre os dois países e pediu “gestos capazes de restabelecer a confiança recíproca e favorecer a paz, lamentando a “grave situação humanitária” em que se encontra a população da região.


Nas últimas semanas, as tensões aumentaram entre os dois países, com o Governo ucraniano a acusar o russo de reunir militares na sua fronteira na tentativa de destruir a Ucrânia.


A Ucrânia está em guerra com os separatistas, oficialmente apoiados pela Rússia — sem ajuda militar, segundo os russos, negando acusações ocidentais – desde 2014, e com os confrontos a intensificarem-se desde o início do ano, prejudicando o cessar-fogo assinado em Julho de 2020.

 

“Observo com preocupação os acontecimentos em algumas áreas do leste da Ucrânia, onde nos últimos meses aumentou a violação do cessar-fogo, e com inquietação o aumento da atividade militar”, afirmou o sumo pontífice, desde a janela do Palácio do Vaticano.


O Papa apelou ao fim das tensões entre os dois países e pediu “gestos capazes de restabelecer a confiança recíproca e favorecer a paz, lamentando a “grave situação humanitária” em que se encontra a população da região.


Nas últimas semanas, as tensões aumentaram entre os dois países, com o Governo ucraniano a acusar o russo de reunir militares na sua fronteira na tentativa de destruir a Ucrânia.


A Ucrânia está em guerra com os separatistas, oficialmente apoiados pela Rússia — sem ajuda militar, segundo os russos, negando acusações ocidentais – desde 2014, e com os confrontos a intensificarem-se desde o início do ano, prejudicando o cessar-fogo assinado em Julho de 2020.