Papa assinala 13 de Maio e recorda atentado a João Paulo II

Fátima, Santarém – O papa Francisco assinalou hoje o aniversário da primeira aparição de Fátima e lembrou o atentado contra o papa João Paulo II, que ocorreu há 40 anos, na Praça de São Pedro, em Roma.

Segundo informação disponibilizada no ‘site’ do Santuário de Fátima, Francisco, esta manhã, na habitual audiência geral, no momento da saudação aos fiéis de língua portuguesa, evocou a memória litúrgica da Virgem Santa Maria do Rosário de Fátima.

“Amanhã (quinta-feira), lembramos, com grande veneração, Nossa Senhora de Fátima. Coloquemo-nos, com confiança, sob sua maternal protecção, especialmente quando encontramos dificuldades na nossa vida de oração”, afirmou o papa, citado pelo santuário.

Neste encontro com fiéis de todo o mundo, Francisco falou, também, do 40.º aniversário do atentado a João Paulo II, destacando a convicção do seu antecessor de que a Virgem de Fátima lhe tinha salvo a vida.

“Ele (papa João Paulo II) sublinhou com convicção que devia a sua vida à Senhora de Fátima. Este acontecimento dá-nos a consciência de que a nossa vida e a história do mundo estão nas mãos de Deus”, disse, apelando para a oração pela paz e pelo fim da pandemia de covid-19.

O papa João Paulo II deslocou-se pela primeira vez a Fátima em 12 de Maio de 1982, para agradecer ter sobrevivido ao atentado, um ano antes, na Praça de São Pedro, em Roma.

Na Cova de Iria, viria a ser vítima de um novo ataque contra a sua vida, perpetrado pelo espanhol Juan Fernández Krohn, padre tradicionalista que usava um punhal.

João Paulo II regressaria por mais duas vezes a Fátima, em Maio de 1991, exactamente 10 anos após o atentado em Roma, e em Maio de 2000, para beatificar os videntes Francisco e Jacinta.

Foi canonizado em Abril de 2014.

A bala extraída do corpo de João Paulo II foi colocada na coroa da Imagem de Nossa Senhora de Fátima em 1989.

A coroa foi oferecida, em 1942, pelas mulheres de Portugal, após uma campanha de peças de joalharia, em agradecimento à Virgem Maria pelo facto de o país não ter tomado parte na II Guerra Mundial.

Só após o fim da guerra, em 13 de Maio de 1946, há 75 anos, é que a coroa foi colocada na Imagem de Nossa Senhora.

A peregrinação internacional de Maio ao Santuário de Fátima, que hoje começa, é presidida pelo cardeal José Tolentino Mendonça, bibliotecário e arquivista do Vaticano.

A peregrinação, 104 anos depois dos acontecimentos na Cova da Iria, começa às 21:30 com a recitação do terço, seguida da procissão das velas e celebração da palavra.

Na quinta-feira, às 09h00 é recitado o terço, realizando-se depois a missa, que inclui uma palavra dirigida aos doentes, com as celebrações a terminarem com a procissão do adeus.

As celebrações deste 12 e 13 de Maio vão ter um limite de 7.500 pessoas, um ano depois de, pela primeira vez na história do templo, as celebrações terem decorrido sem fiéis.

Segundo informação disponibilizada no ‘site’ do Santuário de Fátima, Francisco, esta manhã, na habitual audiência geral, no momento da saudação aos fiéis de língua portuguesa, evocou a memória litúrgica da Virgem Santa Maria do Rosário de Fátima.

“Amanhã (quinta-feira), lembramos, com grande veneração, Nossa Senhora de Fátima. Coloquemo-nos, com confiança, sob sua maternal protecção, especialmente quando encontramos dificuldades na nossa vida de oração”, afirmou o papa, citado pelo santuário.

Neste encontro com fiéis de todo o mundo, Francisco falou, também, do 40.º aniversário do atentado a João Paulo II, destacando a convicção do seu antecessor de que a Virgem de Fátima lhe tinha salvo a vida.

“Ele (papa João Paulo II) sublinhou com convicção que devia a sua vida à Senhora de Fátima. Este acontecimento dá-nos a consciência de que a nossa vida e a história do mundo estão nas mãos de Deus”, disse, apelando para a oração pela paz e pelo fim da pandemia de covid-19.

O papa João Paulo II deslocou-se pela primeira vez a Fátima em 12 de Maio de 1982, para agradecer ter sobrevivido ao atentado, um ano antes, na Praça de São Pedro, em Roma.

Na Cova de Iria, viria a ser vítima de um novo ataque contra a sua vida, perpetrado pelo espanhol Juan Fernández Krohn, padre tradicionalista que usava um punhal.

João Paulo II regressaria por mais duas vezes a Fátima, em Maio de 1991, exactamente 10 anos após o atentado em Roma, e em Maio de 2000, para beatificar os videntes Francisco e Jacinta.

Foi canonizado em Abril de 2014.

A bala extraída do corpo de João Paulo II foi colocada na coroa da Imagem de Nossa Senhora de Fátima em 1989.

A coroa foi oferecida, em 1942, pelas mulheres de Portugal, após uma campanha de peças de joalharia, em agradecimento à Virgem Maria pelo facto de o país não ter tomado parte na II Guerra Mundial.

Só após o fim da guerra, em 13 de Maio de 1946, há 75 anos, é que a coroa foi colocada na Imagem de Nossa Senhora.

A peregrinação internacional de Maio ao Santuário de Fátima, que hoje começa, é presidida pelo cardeal José Tolentino Mendonça, bibliotecário e arquivista do Vaticano.

A peregrinação, 104 anos depois dos acontecimentos na Cova da Iria, começa às 21:30 com a recitação do terço, seguida da procissão das velas e celebração da palavra.

Na quinta-feira, às 09h00 é recitado o terço, realizando-se depois a missa, que inclui uma palavra dirigida aos doentes, com as celebrações a terminarem com a procissão do adeus.

As celebrações deste 12 e 13 de Maio vão ter um limite de 7.500 pessoas, um ano depois de, pela primeira vez na história do templo, as celebrações terem decorrido sem fiéis.