Pelo menos 111 mortos em confrontos no Iémen nos últimos três dias

Sanaa - Pelo menos 29 membros das forças governamentais e 82 rebeldes Huthi morreram em combates nos últimos três dias na cidade de Marib, norte do Iémen, numa feroz batalha pelo controlo daquela região estratégica, afirmaram hoje fontes do Governo.

O último bastião do poder no norte devastado pela guerra, Marib tem sido palco de confrontos violentos desde Fevereiro, quando os rebeldes, próximos do Irão, lançaram uma ofensiva sobre esta zona rica em petróleo que ainda lhes escapa.

Os combates deixaram 16 membros das forças governamentais e mais de 34 rebeldes mortos entre a noite de sábado e a madrugada de domingo, que se juntam às baixas dos confrontos de quinta e sexta-feira, nos quais morreram 13 combatentes governamentais e 48 rebeldes Huthis, acrescentaram as mesmas fontes.

A maioria dos rebeldes mortos ou feridos foram-no por ataques aéreos intensos da coligação militar liderada pela Arábia Saudita, que tem apoiado o Governo desde 2015.

De acordo com as mesmas fontes militares, citadas pelo site “notícias ao Minuto”, os Huthis tinham lançado ataques simultâneos em três frentes: sul, oeste e norte da cidade de Marib, capital da região com o mesmo nome.

Desde a captura da capital Sanaa em 2014, que desencadeou a guerra, os rebeldes tomaram uma grande parte do norte do país.

Nos últimos meses, fizeram uma campanha implacável para controlar Marib, apesar dos apelos para um cessar-fogo por parte da ONU e dos EUA.

Com dezenas de milhares de mortos, segundo as ONG e uma população à beira da fome em grande escala, o Iémen vive a pior crise humanitária em curso no mundo, segundo a ONU.

O último bastião do poder no norte devastado pela guerra, Marib tem sido palco de confrontos violentos desde Fevereiro, quando os rebeldes, próximos do Irão, lançaram uma ofensiva sobre esta zona rica em petróleo que ainda lhes escapa.

Os combates deixaram 16 membros das forças governamentais e mais de 34 rebeldes mortos entre a noite de sábado e a madrugada de domingo, que se juntam às baixas dos confrontos de quinta e sexta-feira, nos quais morreram 13 combatentes governamentais e 48 rebeldes Huthis, acrescentaram as mesmas fontes.

A maioria dos rebeldes mortos ou feridos foram-no por ataques aéreos intensos da coligação militar liderada pela Arábia Saudita, que tem apoiado o Governo desde 2015.

De acordo com as mesmas fontes militares, citadas pelo site “notícias ao Minuto”, os Huthis tinham lançado ataques simultâneos em três frentes: sul, oeste e norte da cidade de Marib, capital da região com o mesmo nome.

Desde a captura da capital Sanaa em 2014, que desencadeou a guerra, os rebeldes tomaram uma grande parte do norte do país.

Nos últimos meses, fizeram uma campanha implacável para controlar Marib, apesar dos apelos para um cessar-fogo por parte da ONU e dos EUA.

Com dezenas de milhares de mortos, segundo as ONG e uma população à beira da fome em grande escala, o Iémen vive a pior crise humanitária em curso no mundo, segundo a ONU.