PR turco visita Azerbaijão no rescaldo da guerra com Arménia

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Ancara - O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, cujo país foi o principal apoiante de Baku no conflito com a Arménia em torno do enclave separatista do Nagorno-Karabakh, desloca-se ao Azerbaijão na próxima quarta-feira, indicou hoje a presidência turca.

A vista de dois dias será a primeira de um chefe de Estado Estrangeiro ao Azerbaijão após o cessar-fogo que no final de novembro pôs termo a seis semanas de combates, e que implicaram importantes ganhos territoriais de Baku no Nagorno-Karabakh.

Esta visita coincidirá com uma importante parada militar que Baku prevê organizar a 10 de Dezembro, quinta-feira.

A Rússia deslocou uma força de manutenção da paz para a região, com o objectivo de fazer respeitar o acordo de cessar-fogo patrocinado por Moscovo e que prevê a evacuação pelos arménios de diversas zonas que controlavam desde há 30 anos.

A Arménia e o Azerbaijão, ex-repúblicas soviéticas, declararam a independência em 1991.

Na terça-feira, a Turquia anunciou ter assinado com a Rússia um acordo sobre o estabelecimento de um centro conjunto de observação e que terá por objetivo vigiar o cessar-fogo no Nagorno-Karabakh.

A Turquia, que tomou o partido de Baku no conflito, saudou uma "grande vitória" do Azerbaijão face à Arménia no Nagorno-Karabakh um dia após a assinatura do acordo sobre o fim das hostilidades.

O acordo consagra importantes vitórias militares azeris naquela região montanhosa do Cáucaso, hoje habitada quase exclusivamente por arménios (cristãos ortodoxos), que declarou independência do Azerbaijão muçulmano após uma guerra no início da década de 1990 que provocou cerca de 30 mil mortos e centenas de milhares de refugiados.

Na sequência dessa guerra, foi assinado um cessar-fogo em 1994 e aceite a mediação do Grupo de Minsk (Rússia, França e EUA), constituído no seio da OSCE, mas as escaramuças armadas continuaram frequentes.

Ainda hoje, o Azerbaijão anunciou a morte de 2.783 dos seus soldados nos combates. Até ao momento, Baku não tinha comunicado as suas baixas militares, e forneceu apenas o balanço das vítimas civis azeris no decurso das hostilidades.

A vista de dois dias será a primeira de um chefe de Estado Estrangeiro ao Azerbaijão após o cessar-fogo que no final de novembro pôs termo a seis semanas de combates, e que implicaram importantes ganhos territoriais de Baku no Nagorno-Karabakh.

Esta visita coincidirá com uma importante parada militar que Baku prevê organizar a 10 de Dezembro, quinta-feira.

A Rússia deslocou uma força de manutenção da paz para a região, com o objectivo de fazer respeitar o acordo de cessar-fogo patrocinado por Moscovo e que prevê a evacuação pelos arménios de diversas zonas que controlavam desde há 30 anos.

A Arménia e o Azerbaijão, ex-repúblicas soviéticas, declararam a independência em 1991.

Na terça-feira, a Turquia anunciou ter assinado com a Rússia um acordo sobre o estabelecimento de um centro conjunto de observação e que terá por objetivo vigiar o cessar-fogo no Nagorno-Karabakh.

A Turquia, que tomou o partido de Baku no conflito, saudou uma "grande vitória" do Azerbaijão face à Arménia no Nagorno-Karabakh um dia após a assinatura do acordo sobre o fim das hostilidades.

O acordo consagra importantes vitórias militares azeris naquela região montanhosa do Cáucaso, hoje habitada quase exclusivamente por arménios (cristãos ortodoxos), que declarou independência do Azerbaijão muçulmano após uma guerra no início da década de 1990 que provocou cerca de 30 mil mortos e centenas de milhares de refugiados.

Na sequência dessa guerra, foi assinado um cessar-fogo em 1994 e aceite a mediação do Grupo de Minsk (Rússia, França e EUA), constituído no seio da OSCE, mas as escaramuças armadas continuaram frequentes.

Ainda hoje, o Azerbaijão anunciou a morte de 2.783 dos seus soldados nos combates. Até ao momento, Baku não tinha comunicado as suas baixas militares, e forneceu apenas o balanço das vítimas civis azeris no decurso das hostilidades.