Presidente Biden exige ao Senado o reforço do controlo de armas de fogo

  • Presidente Dos Eua  Joe Biden
Washington - O presidente norte-americano exigiu hoje ao Senado o reforço do controlo de armas de fogo no país e que deixe de "aceitar" um género de violência que está a transformar-se "algo demasiado normal", ao matar 106 pessoas por dia.

Num comunicado, Joe Biden reagia ao tiroteio que, na quinta-feira, causou pelo menos oito mortes em Indianápolis (no Estado de Indiana), anunciando ter ordenado que os edifícios públicos federais do país coloquem as bandeiras a meia haste.

Pelo menos oito pessoas morreram na quinta-feira à noite no tiroteio ocorrido num armazém da empresa de serviços postais FedEx em Indianápolis, no Estado norte-americano do Indiana, informaram as autoridades locais.

O agressor acabou por se suicidar.

O incidente ocorreu pouco depois das 23:00 de quinta-feira num armazém da FedEx perto do aeroporto de Indianápolis onde trabalham 4.500 pessoas.

"A violência armada é uma epidemia nos Estados Unidos. Mas não devemos aceitá-la. Precisamos de agir", frisou o presidente dos Estados Unidos.

Biden lembrou que, na semana passada, pediu ao Congresso a aprovação de "leis com bom senso para prevenir a violência armada", como o fortalecimento do sistema de verificação de antecedentes criminais para os compradores de armas e a "proibição de armas de guerra e carregadores de alta capacidade".

O presidente norte-americano frisou que o tiroteio em Indianápolis é "apenas o mais recente de uma série de tragédias" e que surge após o que deixou oito mortos em março em Atlanta (Geórgia), o que matou dez no mesmo mês em Boulder (Colorado) e o que também vitimou cinco numa casa em Rock Hill (Carolina do Sul).

"Muitos norte-americanos morrem todos os dias devido à violência armada", lamentou Biden, para quem este tipo de incidentes "mancha o carácter e fere a alma" dos Estados Unidos, indicando que aguarda por pormenores sobre a motivação do suspeito no tiroteio em Indianápolis

Por seu lado, a vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, também se referiu à "tragédia" de Indiana durante uma breve declaração à imprensa no início de um encontro com o primeiro-ministro do Japão, Yoshihide Suga, em visita a Washington.

"Não há dúvidas de que essa violência deve acabar. Estamos a pensar nas famílias que perderam os seus entes queridos", afirmou.

Num comunicado, Joe Biden reagia ao tiroteio que, na quinta-feira, causou pelo menos oito mortes em Indianápolis (no Estado de Indiana), anunciando ter ordenado que os edifícios públicos federais do país coloquem as bandeiras a meia haste.

Pelo menos oito pessoas morreram na quinta-feira à noite no tiroteio ocorrido num armazém da empresa de serviços postais FedEx em Indianápolis, no Estado norte-americano do Indiana, informaram as autoridades locais.

O agressor acabou por se suicidar.

O incidente ocorreu pouco depois das 23:00 de quinta-feira num armazém da FedEx perto do aeroporto de Indianápolis onde trabalham 4.500 pessoas.

"A violência armada é uma epidemia nos Estados Unidos. Mas não devemos aceitá-la. Precisamos de agir", frisou o presidente dos Estados Unidos.

Biden lembrou que, na semana passada, pediu ao Congresso a aprovação de "leis com bom senso para prevenir a violência armada", como o fortalecimento do sistema de verificação de antecedentes criminais para os compradores de armas e a "proibição de armas de guerra e carregadores de alta capacidade".

O presidente norte-americano frisou que o tiroteio em Indianápolis é "apenas o mais recente de uma série de tragédias" e que surge após o que deixou oito mortos em março em Atlanta (Geórgia), o que matou dez no mesmo mês em Boulder (Colorado) e o que também vitimou cinco numa casa em Rock Hill (Carolina do Sul).

"Muitos norte-americanos morrem todos os dias devido à violência armada", lamentou Biden, para quem este tipo de incidentes "mancha o carácter e fere a alma" dos Estados Unidos, indicando que aguarda por pormenores sobre a motivação do suspeito no tiroteio em Indianápolis

Por seu lado, a vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, também se referiu à "tragédia" de Indiana durante uma breve declaração à imprensa no início de um encontro com o primeiro-ministro do Japão, Yoshihide Suga, em visita a Washington.

"Não há dúvidas de que essa violência deve acabar. Estamos a pensar nas famílias que perderam os seus entes queridos", afirmou.