Presidente do México espera que Biden ponha fim às políticas contra Cuba

Cidade do México - O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, disse nesta quinta-feira (16) que espera que o seu homólogo americano Joe Biden encerre as políticas contra Cuba, especialmente o embargo económico.

López Obrador falou com o seu homólogo cubano, Miguel Díaz-Canel - convidado de honra do desfile militar que celebrou os 211 anos do início da luta pela independência do México.

"Espero que o presidente Biden, que possui suficiente sensibilidade política, aja com essa grandeza e ponha um fim para sempre à política de queixas contra Cuba", expressou o presidente de esquerda.

Díaz-Canel agradeceu a "solidariedade" do México num momento em que Cuba enfrenta "os embates de uma guerra multidimensional" com o bloqueio económico reforçado e uma "agressiva campanha de ódio, desinformação, manipulação e mentiras" nas redes sociais, além da pandemia de covid-19.

O presidente cubano realiza no México a sua primeira viagem ao exterior desde os protestos que abalaram a ilha em Julho passado, com saldo de um morto, dezenas de feridos e centenas de detidos.

López Obrador também pediu "respeitosamente" a Washington que levante o embargo contra Cuba, afirmando que "nenhum Estado tem o direito de submeter outro povo, a outro país".

Acrescentou que essas medidas impedem o bem-estar do povo cubano "com o propósito de que este, obrigado pela necessidade, tenha que enfrentar o seu próprio governo".

A Independência é o feriado nacional do México e as celebrações estão marcadas pela cerimónia do "grito" na noite de 15 de Setembro e o desfile no dia 16.

López Obrador falou com o seu homólogo cubano, Miguel Díaz-Canel - convidado de honra do desfile militar que celebrou os 211 anos do início da luta pela independência do México.

"Espero que o presidente Biden, que possui suficiente sensibilidade política, aja com essa grandeza e ponha um fim para sempre à política de queixas contra Cuba", expressou o presidente de esquerda.

Díaz-Canel agradeceu a "solidariedade" do México num momento em que Cuba enfrenta "os embates de uma guerra multidimensional" com o bloqueio económico reforçado e uma "agressiva campanha de ódio, desinformação, manipulação e mentiras" nas redes sociais, além da pandemia de covid-19.

O presidente cubano realiza no México a sua primeira viagem ao exterior desde os protestos que abalaram a ilha em Julho passado, com saldo de um morto, dezenas de feridos e centenas de detidos.

López Obrador também pediu "respeitosamente" a Washington que levante o embargo contra Cuba, afirmando que "nenhum Estado tem o direito de submeter outro povo, a outro país".

Acrescentou que essas medidas impedem o bem-estar do povo cubano "com o propósito de que este, obrigado pela necessidade, tenha que enfrentar o seu próprio governo".

A Independência é o feriado nacional do México e as celebrações estão marcadas pela cerimónia do "grito" na noite de 15 de Setembro e o desfile no dia 16.