Presidente Ghani garantiu respeito por retirada de soldados dos EUA

Cabul - O Presidente afegão, Ashraf Ghani, disse que falou hoje com o seu homólogo americano, Joe Biden, sobre a retirada total dos soldados norte-americanos do Afeganistão até 11 de Setembro, garantindo que vai respeitar essa decisão.

As forças de segurança afegãs "são plenamente capazes de defender o seu povo e o seu país, o que vêm fazendo desde o início", disse Ghani numa mensagem na rede social Twitter, após a conversa telefónica com Biden.

"Trabalharemos com os nossos parceiros americanos para garantir uma transição tranquila", assegurou o Presidente afegão, não se mostrando preocupado com o facto de os EUA adiarem de Maio para Setembro a retirada total das suas forças militares.

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciará hoje, num aguardado discurso sobre o Afeganistão, que "chegou a hora de terminar a guerra mais longa da América" e de "trazer as tropas dos EUA de volta a casa".

"Continuaremos a apoiar o Governo afegão (...), mas não continuaremos envolvidos militarmente no Afeganistão", vai declarar Biden, de acordo com extractos do discurso distribuídos aos jornalistas.

Joe Biden deve anunciar, assim, a saída de todos os soldados norte-americanos do Afeganistão até 11 de Setembro, 20.º aniversário dos ataques terroristas de 2001 nos Estados Unidos que provocaram a intervenção militar dos EUA, adiando uma decisão que tinha sido assumida para Maio, num acordo feito com as forças rebeldes talibãs.

Vários líderes afegãos já reagiram ao anúncio de adiamento da retirada dos militares norte-americanos do país afirmando que respeitam a decisão e sublinhando que as forças armadas afegãs têm capacidade de defender sozinhas a população.

O Governo "respeitará qualquer decisão do Governo dos Estados Unidos em relação às suas tropas", garantiu o conselheiro principal do Presidente afegão, Waheed Omer, numa mensagem publicada na rede social Twitter.

Já a Rússia reagiu com preocupação ao adiamento para Setembro da retirada dos militares norte-americanos do Afeganistão, avisando que a decisão da administração Biden pode provocar uma escalada do conflito e minar as negociações inter-afegãs.

"Isto levanta preocupações sobre uma possível escalada do conflito armado no Afeganistão que, por sua vez, pode minar os esforços para lançar negociações inter-afegãs", disse a porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova, em comunicado.

As forças de segurança afegãs "são plenamente capazes de defender o seu povo e o seu país, o que vêm fazendo desde o início", disse Ghani numa mensagem na rede social Twitter, após a conversa telefónica com Biden.

"Trabalharemos com os nossos parceiros americanos para garantir uma transição tranquila", assegurou o Presidente afegão, não se mostrando preocupado com o facto de os EUA adiarem de Maio para Setembro a retirada total das suas forças militares.

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciará hoje, num aguardado discurso sobre o Afeganistão, que "chegou a hora de terminar a guerra mais longa da América" e de "trazer as tropas dos EUA de volta a casa".

"Continuaremos a apoiar o Governo afegão (...), mas não continuaremos envolvidos militarmente no Afeganistão", vai declarar Biden, de acordo com extractos do discurso distribuídos aos jornalistas.

Joe Biden deve anunciar, assim, a saída de todos os soldados norte-americanos do Afeganistão até 11 de Setembro, 20.º aniversário dos ataques terroristas de 2001 nos Estados Unidos que provocaram a intervenção militar dos EUA, adiando uma decisão que tinha sido assumida para Maio, num acordo feito com as forças rebeldes talibãs.

Vários líderes afegãos já reagiram ao anúncio de adiamento da retirada dos militares norte-americanos do país afirmando que respeitam a decisão e sublinhando que as forças armadas afegãs têm capacidade de defender sozinhas a população.

O Governo "respeitará qualquer decisão do Governo dos Estados Unidos em relação às suas tropas", garantiu o conselheiro principal do Presidente afegão, Waheed Omer, numa mensagem publicada na rede social Twitter.

Já a Rússia reagiu com preocupação ao adiamento para Setembro da retirada dos militares norte-americanos do Afeganistão, avisando que a decisão da administração Biden pode provocar uma escalada do conflito e minar as negociações inter-afegãs.

"Isto levanta preocupações sobre uma possível escalada do conflito armado no Afeganistão que, por sua vez, pode minar os esforços para lançar negociações inter-afegãs", disse a porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova, em comunicado.