Professora não vacinada infecta 12 alunos nos Estados Unidos

  • Alunos em sala de aulas
Marín - Uma docente do condado de Marín, na Califórnia, Estados Unidos, que decidiu não ser vacinada 'apanhou' a variante Delta da Covid-19 e infectou 12 alunos que ainda não tinham ainda sido inoculados devido ao facto de terem menos de 12 anos, soube-se hoje de fonte oficial.

O caso foi revelado pelo center for Disease Control and Prevention (CDC) e parte de um estudo. Segundo este, a professora sentiu sintomas associados à Covid em 19 de Maio, mas assumiu que estes estavam relacionados com as alergias de que sofre. 

Continuou a trabalhar durante dois dias, nos quais leu em voz alta para as crianças sem usar a máscara de protecção, desrespeitando as regras do próprio estabelecimento de ensino. Dois das depois, em 21 de Maio, fez um teste e chegou o resultado do teste que confirmou que os sintomas eram, na verdade, devido ao novo coronavírus. 

Já no dia 23 do mesmo mês, revela o relatório do CDC, começaram a ser "reportados mais casos da Covid-19 entre outros membros do staff, estudantes, pais e irmãos, ligados à escola" primária. Foram identificados 27 casos - incluindo a professora. 

"Entre 23 e 26 de Maio, entre os 24 alunos da professora, 22 - todos sem poderem ser vacinados por causa da idade -, foram testados ao SARS-CoV-2; 12 receberam um resultado positivo", é ainda explicitado. Assim, conclui o estudo, a "taxa de ataque [do vírus] nas duas filas sentadas mais próximas à mesa da professora foi de 80 por cento (oito em 10) e foi de 28 por cento (quatro em 14) nas três filas traseiras".

De notar que, apesar de a professora não estar a usar máscara, os alunos usavam-na e a sala de aula tinha um purificador de ar. 

Os alunos infectados contaminaram também as suas famílias.

O caso foi revelado pelo center for Disease Control and Prevention (CDC) e parte de um estudo. Segundo este, a professora sentiu sintomas associados à Covid em 19 de Maio, mas assumiu que estes estavam relacionados com as alergias de que sofre. 

Continuou a trabalhar durante dois dias, nos quais leu em voz alta para as crianças sem usar a máscara de protecção, desrespeitando as regras do próprio estabelecimento de ensino. Dois das depois, em 21 de Maio, fez um teste e chegou o resultado do teste que confirmou que os sintomas eram, na verdade, devido ao novo coronavírus. 

Já no dia 23 do mesmo mês, revela o relatório do CDC, começaram a ser "reportados mais casos da Covid-19 entre outros membros do staff, estudantes, pais e irmãos, ligados à escola" primária. Foram identificados 27 casos - incluindo a professora. 

"Entre 23 e 26 de Maio, entre os 24 alunos da professora, 22 - todos sem poderem ser vacinados por causa da idade -, foram testados ao SARS-CoV-2; 12 receberam um resultado positivo", é ainda explicitado. Assim, conclui o estudo, a "taxa de ataque [do vírus] nas duas filas sentadas mais próximas à mesa da professora foi de 80 por cento (oito em 10) e foi de 28 por cento (quatro em 14) nas três filas traseiras".

De notar que, apesar de a professora não estar a usar máscara, os alunos usavam-na e a sala de aula tinha um purificador de ar. 

Os alunos infectados contaminaram também as suas famílias.