Putin assegura que a economia russa está "totalmente" recuperada

  • Vladimir Putin, Presidente da Rússia
Moscovo - O Presidente russo, Vladimir Putin, disse hoje que a economia do país recuperou "totalmente" do impacto da pandemia de covid-19, tendo saído da recessão no segundo trimestre, com um crescimento do PIB de 10,1 por cento.

"Superámos totalmente a recessão causada pela pandemia do novo coronavírus, (apesar) da situação geral instável da economia global e dos processos complexos nos mercados mundiais", disse Putin, durante uma reunião com o Governo sobre o orçamento para os próximos três anos.

O Produto Interno Bruto (PIB) da Rússia cresceu 4,6 por cento no primeiro semestre em relação ao ano anterior, quando fechou o ano com uma contração de três por cento.

Nas eleições legislativas do passado fim de semana, o partido Rússia Unida, que apoia o Presidente e o Governo, conseguiu uma maioria no Parlamento (Duma), enfrentando agora a tarefa de aprovar o Orçamento de Estado para 2022-2024.

As contas do gabinete de ministros incluem receitas de 25 biliões de rublos (cerca de 290 mil milhões de euros) em 2022, de 25,5 biliões de rublos (cerca de 295 mil milhões de euros) em 2023 e de 25,8 biliões de rublos (cerca de 299 mil milhões de euros) em 2024.

Os gastos foram fixados em 23,6 biliões de rublos (cerca de 273 mil milhões de euros) em 2022, em 25,1 biliões de rublos (cerca de 291 mil milhões de euros) em 2023 e em 26,1 biliões de rublos (cerca de 302 mil milhões de euros) em 2024.

A Rússia aposta em atingir um 'superavit' orçamental de 1,1 por cento em 2022 e 2023 e permitir um défice de 0,2 por cento em 2024, explicou o ministro das Finanças, Antón Siluánov.

O Governo russo baseia os seus cálculos orçamentais no crescimento de 0,3 por cento do PIB a partir do próximo ano, estimando que o desemprego cairá dos cinco por cento previstos para este ano para 4,6 por cento nos anos seguintes.

O ministro do Desenvolvimento Económico, Maxim Reshétnikov, salientou que a taxa de desemprego e o número de inscritos na previdência em julho voltaram aos níveis anteriores à crise pandémica.

Putin explicou que há 72 milhões de pessoas com empregos, embora tenha destacado que a tarefa que confiou ao Governo de garantir a restauração do emprego para os níveis de 2019 ainda não foi cumprida em todas as regiões, dizendo que o desemprego continua elevado entre os jovens e pessoas com deficiência.

"Na fase pós-crise, é necessário formar um modelo de desenvolvimento económico sustentável, de modo que abranja as indústrias e as regiões da Rússia o mais amplamente possível. Dinâmicas económicas positivas e seguras são necessárias para criar novos empregos bem remunerados, para aumentar o rendimento dos nossos cidadãos e o bem-estar das famílias russas", concluiu o Presidente russo.

De acordo com o primeiro-ministro, Mikhail Mishustin, a folha de pagamento de quase três milhões de russos aumentará no próximo ano, após a decisão de aumentar o salário mínimo para mais de 13.600 rublos (cerca de 160 euros).

De acordo com as contas do Orçamento do Estado, o Governo espera um aumento de 2,5 por cento no rendimento real disponível dos russos no orçamento, com uma inflação projetada para o ano corrente de 5,8 por cento.

"Superámos totalmente a recessão causada pela pandemia do novo coronavírus, (apesar) da situação geral instável da economia global e dos processos complexos nos mercados mundiais", disse Putin, durante uma reunião com o Governo sobre o orçamento para os próximos três anos.

O Produto Interno Bruto (PIB) da Rússia cresceu 4,6 por cento no primeiro semestre em relação ao ano anterior, quando fechou o ano com uma contração de três por cento.

Nas eleições legislativas do passado fim de semana, o partido Rússia Unida, que apoia o Presidente e o Governo, conseguiu uma maioria no Parlamento (Duma), enfrentando agora a tarefa de aprovar o Orçamento de Estado para 2022-2024.

As contas do gabinete de ministros incluem receitas de 25 biliões de rublos (cerca de 290 mil milhões de euros) em 2022, de 25,5 biliões de rublos (cerca de 295 mil milhões de euros) em 2023 e de 25,8 biliões de rublos (cerca de 299 mil milhões de euros) em 2024.

Os gastos foram fixados em 23,6 biliões de rublos (cerca de 273 mil milhões de euros) em 2022, em 25,1 biliões de rublos (cerca de 291 mil milhões de euros) em 2023 e em 26,1 biliões de rublos (cerca de 302 mil milhões de euros) em 2024.

A Rússia aposta em atingir um 'superavit' orçamental de 1,1 por cento em 2022 e 2023 e permitir um défice de 0,2 por cento em 2024, explicou o ministro das Finanças, Antón Siluánov.

O Governo russo baseia os seus cálculos orçamentais no crescimento de 0,3 por cento do PIB a partir do próximo ano, estimando que o desemprego cairá dos cinco por cento previstos para este ano para 4,6 por cento nos anos seguintes.

O ministro do Desenvolvimento Económico, Maxim Reshétnikov, salientou que a taxa de desemprego e o número de inscritos na previdência em julho voltaram aos níveis anteriores à crise pandémica.

Putin explicou que há 72 milhões de pessoas com empregos, embora tenha destacado que a tarefa que confiou ao Governo de garantir a restauração do emprego para os níveis de 2019 ainda não foi cumprida em todas as regiões, dizendo que o desemprego continua elevado entre os jovens e pessoas com deficiência.

"Na fase pós-crise, é necessário formar um modelo de desenvolvimento económico sustentável, de modo que abranja as indústrias e as regiões da Rússia o mais amplamente possível. Dinâmicas económicas positivas e seguras são necessárias para criar novos empregos bem remunerados, para aumentar o rendimento dos nossos cidadãos e o bem-estar das famílias russas", concluiu o Presidente russo.

De acordo com o primeiro-ministro, Mikhail Mishustin, a folha de pagamento de quase três milhões de russos aumentará no próximo ano, após a decisão de aumentar o salário mínimo para mais de 13.600 rublos (cerca de 160 euros).

De acordo com as contas do Orçamento do Estado, o Governo espera um aumento de 2,5 por cento no rendimento real disponível dos russos no orçamento, com uma inflação projetada para o ano corrente de 5,8 por cento.