Quatro paises europeus discutem Afeganistão, Ucrânia e Irão

  • Edifício da União Europeia na cidade de Bruxelas
Bruxelas - Os responsáveis pelas diplomacias dos Estados Unidos, França, Reino Unido e Alemanha vão discutir hoje, em Bruxelas, a situação no Afeganistão, a tensão entre Ucrânia e Rússia e as negociações nucleares com o Irão, anunciou o Governo alemão.

"Os ministros dos Negócios Estrangeiros dos Estados Unidos, do Reino Unido e da Alemanha, bem como um representante da França, vão encontrar-se" e "o tema principal das discussões será o Afeganistão", afirmou o Ministério alemão dos Negócios Estrangeiros, em comunicado hoje divulgado.

Na reunião, que irá decorrer no âmbito de uma sessão ministerial da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO, na sigla em inglês) em Bruxelas, serão ainda debatidos "os desenvolvimentos actuais na fronteira entre a Ucrânia e a Rússia e o acordo nuclear com o Irão", acrescentou.

Os ministros dos Negócios Estrangeiros e de Defesa da NATO debatem hoje a saída das tropas do Afeganistão, após o Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, ter anunciado que irá retirar todos os soldados norte-americanos até 11 de Setembro.

A sessão ministerial do Conselho do Atlântico Norte, convocada à última hora pelos Estados Unidos, terá lugar em formato virtual, contando apenas com a presença física, a partir da sede da NATO, do secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, assim como do secretário de Defesa, Lloyd Austin.

O único ponto na agenda dos ministros será a retirada de tropas do Afeganistão, após o Presidente Biden ter anunciado, na terça-feira, que todos os soldados norte-americanos irão sair do país "antes do 20.º aniversário" dos atentados de 11 de Setembro de 2001.

Joe Biden pretende garantir que a retirada das tropas norte-americanas do país é "coordenada" e se faz em simultâneo com os restantes Aliados da NATO.

Ainda que não conste na agenda, as crescentes tensões na fronteira entre a Ucrânia e a Rússia deverão também ser abordadas pelos responsáveis, após o secretário-geral da Aliança, Jens Stoltenberg, ter pedido a Moscovo para "parar com as provocações" na fronteira ucraniana.

Segundo o Governo ucraniano, o Kremlin (Presidência russa) concentrou cerca de 41.000 militares na sua fronteira com o leste da Ucrânia e outros 42.000 na Crimeia nas últimas semanas.

Além da situação na Ucrânia, as relações da NATO com a Rússia deverão também ser debatidas pelos ministros, numa altura em que Joe Biden anunciou, na terça-feira, que irá realizar nos próximos meses uma cimeira com o seu homólogo russo, Vladimir Putin.

Numa conversa telefónica entre ambos, o Presidente norte-americano manifestou o desejo de "construir uma relação estável e previsível com a Rússia".

"Os ministros dos Negócios Estrangeiros dos Estados Unidos, do Reino Unido e da Alemanha, bem como um representante da França, vão encontrar-se" e "o tema principal das discussões será o Afeganistão", afirmou o Ministério alemão dos Negócios Estrangeiros, em comunicado hoje divulgado.

Na reunião, que irá decorrer no âmbito de uma sessão ministerial da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO, na sigla em inglês) em Bruxelas, serão ainda debatidos "os desenvolvimentos actuais na fronteira entre a Ucrânia e a Rússia e o acordo nuclear com o Irão", acrescentou.

Os ministros dos Negócios Estrangeiros e de Defesa da NATO debatem hoje a saída das tropas do Afeganistão, após o Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, ter anunciado que irá retirar todos os soldados norte-americanos até 11 de Setembro.

A sessão ministerial do Conselho do Atlântico Norte, convocada à última hora pelos Estados Unidos, terá lugar em formato virtual, contando apenas com a presença física, a partir da sede da NATO, do secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, assim como do secretário de Defesa, Lloyd Austin.

O único ponto na agenda dos ministros será a retirada de tropas do Afeganistão, após o Presidente Biden ter anunciado, na terça-feira, que todos os soldados norte-americanos irão sair do país "antes do 20.º aniversário" dos atentados de 11 de Setembro de 2001.

Joe Biden pretende garantir que a retirada das tropas norte-americanas do país é "coordenada" e se faz em simultâneo com os restantes Aliados da NATO.

Ainda que não conste na agenda, as crescentes tensões na fronteira entre a Ucrânia e a Rússia deverão também ser abordadas pelos responsáveis, após o secretário-geral da Aliança, Jens Stoltenberg, ter pedido a Moscovo para "parar com as provocações" na fronteira ucraniana.

Segundo o Governo ucraniano, o Kremlin (Presidência russa) concentrou cerca de 41.000 militares na sua fronteira com o leste da Ucrânia e outros 42.000 na Crimeia nas últimas semanas.

Além da situação na Ucrânia, as relações da NATO com a Rússia deverão também ser debatidas pelos ministros, numa altura em que Joe Biden anunciou, na terça-feira, que irá realizar nos próximos meses uma cimeira com o seu homólogo russo, Vladimir Putin.

Numa conversa telefónica entre ambos, o Presidente norte-americano manifestou o desejo de "construir uma relação estável e previsível com a Rússia".