Rebeldes reivindicam ataques contra Riade e ameaçam a Arábia Saudita

Riade - Os rebeldes houthis do Iémen reivindicaram hoje os ataques contra Riade de sábado, ameaçando a Arábia Saudita de novos ataques.

O ataque "teve como alvo áreas sensíveis da capital inimiga", disse o porta-voz houthi Yahya al-Saree, segundo a TV Al-Massirah, controlada pelos rebeldes, citada pela agência AFP.

"As nossas operações continuarão (...) enquanto a agressão e o cerco ao nosso país continuar", disse.

O porta-voz precisou que o ataque ocorreu com um míssil e 15 drones.

No sábado, várias explosões abalaram a capital saudita, com as forças de defesa aérea a interceptarem um ataque com mísseis sobre a sua capital, não tendo sido registados danos ou vítimas.

A televisão estatal revelou imagens do que parecem ser explosões no ar sobre Riade, depois de baterias de mísseis defensivos Patriot terem interceptado mísseis e aviões não tripulados ('drones') carregados com bombas.

Uma coligação internacional liderada pelos sauditas tem lutado contra os houthis, num conflito no Iémen que já dura há vários anos.

Nos últimos meses, o nível de intensidade dos ataques dos houthis contra território saudito tem aumentado, com a repetição de lançamentos de mísseis e uso de 'drones'.

A embaixada dos Estados Unidos em Riade emitiu um alerta para os seus cidadãos na cidade saudita, pedindo-lhes para estarem atentos a possíveis novos ataques.

No início deste mês, os houthis atingiram um avião civil que estava parado no aeroporto de Abha, no sudoeste da Arábia Saudita, provocando um incêndio no aparelho, que não transportava passageiros.

A coligação liderada pela Arábia Saudita tem sido alvo de críticas por parte da comunidade internacional, pelos ataques aéreos no Iémen, que mataram centenas de civis e atingiram alvos não militares, incluindo escolas e hospitais.

Esta semana, os houthis saudaram a declaração do novo Presidente norte-americano, Joe Biden, que anunciou uma alteração nas relações entre os Estados Unidos e a Arábia Saudita, revertendo o comportamento de aproximação consolidado pelo ex-Presidente Donald Trump.

Os EUA anunciaram também que deixarão de vender armas a Riade, como forma de protesto pelo envolvimento saudita no conflito no Iémen.

O ataque "teve como alvo áreas sensíveis da capital inimiga", disse o porta-voz houthi Yahya al-Saree, segundo a TV Al-Massirah, controlada pelos rebeldes, citada pela agência AFP.

"As nossas operações continuarão (...) enquanto a agressão e o cerco ao nosso país continuar", disse.

O porta-voz precisou que o ataque ocorreu com um míssil e 15 drones.

No sábado, várias explosões abalaram a capital saudita, com as forças de defesa aérea a interceptarem um ataque com mísseis sobre a sua capital, não tendo sido registados danos ou vítimas.

A televisão estatal revelou imagens do que parecem ser explosões no ar sobre Riade, depois de baterias de mísseis defensivos Patriot terem interceptado mísseis e aviões não tripulados ('drones') carregados com bombas.

Uma coligação internacional liderada pelos sauditas tem lutado contra os houthis, num conflito no Iémen que já dura há vários anos.

Nos últimos meses, o nível de intensidade dos ataques dos houthis contra território saudito tem aumentado, com a repetição de lançamentos de mísseis e uso de 'drones'.

A embaixada dos Estados Unidos em Riade emitiu um alerta para os seus cidadãos na cidade saudita, pedindo-lhes para estarem atentos a possíveis novos ataques.

No início deste mês, os houthis atingiram um avião civil que estava parado no aeroporto de Abha, no sudoeste da Arábia Saudita, provocando um incêndio no aparelho, que não transportava passageiros.

A coligação liderada pela Arábia Saudita tem sido alvo de críticas por parte da comunidade internacional, pelos ataques aéreos no Iémen, que mataram centenas de civis e atingiram alvos não militares, incluindo escolas e hospitais.

Esta semana, os houthis saudaram a declaração do novo Presidente norte-americano, Joe Biden, que anunciou uma alteração nas relações entre os Estados Unidos e a Arábia Saudita, revertendo o comportamento de aproximação consolidado pelo ex-Presidente Donald Trump.

Os EUA anunciaram também que deixarão de vender armas a Riade, como forma de protesto pelo envolvimento saudita no conflito no Iémen.