Reforço de Pfizer após inoculação com Coronavac aumenta anticorpos em 20 vezes - Estudo

  • Vacina contra à Covid-19
Montevidéu - Resultados preliminares de um estudo desenvolvido pela Universidad de la República (Udelar), no Uruguai, mostraram que o reforço com a vacina da Pfizer, após duas doses da vacina da Coronavac, aumenta em 20 vezes o nível de anticorpos contra a COVID-19.

O ministro da Saúde uruguaio, Daniel Salinas, avaliou que a pesquisa traz dados promissores sobre a importância do uso combinado de imunizantes do novo coronavírus inactivo, como é o caso da Coronavac, com outros de RNA mensageiro, como a Pfizer, reporta o CNN Brasil.

O estudo teve início em Março de 2021 e vai acompanhar os participantes por dois anos, com colectas de amostras de sangue periódicas.

A pesquisa conta com cerca de 200 voluntários do Instituto Pasteur, um dos responsáveis pelo estudo conjunto com a Udelar, tendo 53 deles tomado as duas doses de Coronavac e o reforço da Pfizer.

O aumento da contagem de anticorpos foi registado na comparação entre as segundas e as quartas amostras de sangue colectadas de cada participante do estudo. Uma das amostras foi obtida antes do início da vacinação, enquanto a segunda foi 18 dias após a inoculação da segunda dose. Já a terceira colecta foi realizada aproximadamente 80 dias depois da segunda dose. Por fim, a quarta amostra, de quem recebeu uma terceira dose da Pfizer e que já tinha recebido duas doses da Coronavac, foi colectada após 18 dias, conta o Exame.

"Hoje, é um dia especial, é mais um passo na ciência uruguaia. Era um resultado desejável, mas hoje o confirmamos com a geração de conhecimento nacional. Era fundamental poder avaliar [o efeito da combinação de vacinas]. Estamos semeando coisas que vão nos dar segurança e garantias das decisões que estão sendo tomadas", declarou Salinas, citado pela media.

Uruguai tem 3,5 milhões de habitantes e 72% de sua população já foi vacinada com o programa completo das vacinas Coronavac, Pfizer ou Astrazeneca, enquanto que 24% já recebeu a dose de reforço, informa a Folha de São Paulo.

O ministro da Saúde uruguaio, Daniel Salinas, avaliou que a pesquisa traz dados promissores sobre a importância do uso combinado de imunizantes do novo coronavírus inactivo, como é o caso da Coronavac, com outros de RNA mensageiro, como a Pfizer, reporta o CNN Brasil.

O estudo teve início em Março de 2021 e vai acompanhar os participantes por dois anos, com colectas de amostras de sangue periódicas.

A pesquisa conta com cerca de 200 voluntários do Instituto Pasteur, um dos responsáveis pelo estudo conjunto com a Udelar, tendo 53 deles tomado as duas doses de Coronavac e o reforço da Pfizer.

O aumento da contagem de anticorpos foi registado na comparação entre as segundas e as quartas amostras de sangue colectadas de cada participante do estudo. Uma das amostras foi obtida antes do início da vacinação, enquanto a segunda foi 18 dias após a inoculação da segunda dose. Já a terceira colecta foi realizada aproximadamente 80 dias depois da segunda dose. Por fim, a quarta amostra, de quem recebeu uma terceira dose da Pfizer e que já tinha recebido duas doses da Coronavac, foi colectada após 18 dias, conta o Exame.

"Hoje, é um dia especial, é mais um passo na ciência uruguaia. Era um resultado desejável, mas hoje o confirmamos com a geração de conhecimento nacional. Era fundamental poder avaliar [o efeito da combinação de vacinas]. Estamos semeando coisas que vão nos dar segurança e garantias das decisões que estão sendo tomadas", declarou Salinas, citado pela media.

Uruguai tem 3,5 milhões de habitantes e 72% de sua população já foi vacinada com o programa completo das vacinas Coronavac, Pfizer ou Astrazeneca, enquanto que 24% já recebeu a dose de reforço, informa a Folha de São Paulo.