Rússia anuncia envio de observadores às eleições na Venezuela

Moscovo - A Rússia vai enviar um grupo de observadores às eleições legislativas na Venezuela, que se realizam no próximo domingo, anunciou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros, Sergéi Lavrov, acrescentando que é previsível que haja mais observadores internacionais.

"A Rússia enviará um grupo de observadores para supervisionar as eleições, e estou certo de que haverá observadores de outros países, também", disse Lavrov durante uma conferência de imprensa conjunta com o seu homólogo do Uruguai, em Moscovo.

O objetivo da presença dos observadores russos é "apresentar uma imagem objetiva" da situação política do país, acrescentou o governante russo, acrescentando que o governo do Presidente Nicolás Maduro promoveu de forma "ativa e aberta" a ideia de um diálogo nacional durante a campanha eleitoral.

A Rússia, tradicional aliada da Venezuela, alertou a comunidade internacional para não se guiarem por "interesses geopolíticos" na interpretação dos resultados e vincou que os "resultados objetivos" devem ser aceites.

Caracas está a organizar eleições legislativas no domingo, durante as quais o líder socialista espera retomar o controlo da Assembleia Nacional, a única instituição dominada pela oposição.

Juan Guaidó, da oposição, pede um boicote ao que considera, como muitos observadores internacionais, um processo fraudulento.

"A Rússia enviará um grupo de observadores para supervisionar as eleições, e estou certo de que haverá observadores de outros países, também", disse Lavrov durante uma conferência de imprensa conjunta com o seu homólogo do Uruguai, em Moscovo.

O objetivo da presença dos observadores russos é "apresentar uma imagem objetiva" da situação política do país, acrescentou o governante russo, acrescentando que o governo do Presidente Nicolás Maduro promoveu de forma "ativa e aberta" a ideia de um diálogo nacional durante a campanha eleitoral.

A Rússia, tradicional aliada da Venezuela, alertou a comunidade internacional para não se guiarem por "interesses geopolíticos" na interpretação dos resultados e vincou que os "resultados objetivos" devem ser aceites.

Caracas está a organizar eleições legislativas no domingo, durante as quais o líder socialista espera retomar o controlo da Assembleia Nacional, a única instituição dominada pela oposição.

Juan Guaidó, da oposição, pede um boicote ao que considera, como muitos observadores internacionais, um processo fraudulento.