Rússia estende embargo de alimentos ao Ocidente por um ano

  • Vladimir Putin, Presidente da Rússia
Moscovo - O Presidente russo estendeu hoje (segunda-feira) por um ano o embargo alimentar imposto ao Ocidente em 2014 em resposta às sanções que a União Europeia (UE), Estados Unidos e outros países introduziram contra a Rússia por causa do conflito ucraniano,noticiou a Lusa.

Num decreto, Vladimir Putin estendeu até 31 de Dezembro de 2022 a ordem que proíbe ou restringe as importações de produtos agrícolas, matérias-primas e alimentos dos países que apoiaram as sanções contra altos funcionários, bancos, empresas, petrolíferas russas, entre outros.  

O decreto, que se aplica à UE, Estados Unidos, Noruega, Austrália e Canadá, foi publicado no portal de informações jurídicas do Governo russo.  

A primeira vez que a Rússia impôs o embargo alimentar, que tem sido prorrogado sistematicamente por um ano, foi em Agosto de 2014 com o objectivo de "proteger a segurança da Federação Russa".

A decisão de nova prorrogação ocorre apenas 10 dias depois de a UE ter concordado em prolongar por seis meses, até 15 de Março de 2022, as sanções contra indivíduos e entidades responsáveis por "minarem ou ameaçarem" a integridade territorial, soberania e independência da Ucrânia.  

As medidas prevêem restrições a viagens e imobilização de bens e a proibição de disponibilizar fundos ou outros recursos económicos aos sancionados, que se aplicam a 177 pessoas e 48 entidades no total.

 

Num decreto, Vladimir Putin estendeu até 31 de Dezembro de 2022 a ordem que proíbe ou restringe as importações de produtos agrícolas, matérias-primas e alimentos dos países que apoiaram as sanções contra altos funcionários, bancos, empresas, petrolíferas russas, entre outros.  

O decreto, que se aplica à UE, Estados Unidos, Noruega, Austrália e Canadá, foi publicado no portal de informações jurídicas do Governo russo.  

A primeira vez que a Rússia impôs o embargo alimentar, que tem sido prorrogado sistematicamente por um ano, foi em Agosto de 2014 com o objectivo de "proteger a segurança da Federação Russa".

A decisão de nova prorrogação ocorre apenas 10 dias depois de a UE ter concordado em prolongar por seis meses, até 15 de Março de 2022, as sanções contra indivíduos e entidades responsáveis por "minarem ou ameaçarem" a integridade territorial, soberania e independência da Ucrânia.  

As medidas prevêem restrições a viagens e imobilização de bens e a proibição de disponibilizar fundos ou outros recursos económicos aos sancionados, que se aplicam a 177 pessoas e 48 entidades no total.