Rússia lança o primeiro satélite meteorológico da série Arktika-M

Moscovo - A Rússia lançou este domingo, pelas 9h55 locais, o foguetão Soyuz-2.1b com o primeiro satélite meteorológico da série Arktika-M a partir do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão.

De acordo com a transmissão em directo, divulgada no ‘site’ da agência espacial russa Roscosmos, aos nove minutos de lançamento, o bloco propulsor Fregat separou-se da terceira fase do foguetão.

O satélite ficará em órbita aproximadamente duas horas depois do lançamento, informou a Roscosmos.

O Arktika-M foi criado de base na plataforma unificada Navigator da empresa russa Lavochkin, especialista em equipamento espacial, que garante a operação do satélite por um período de sete anos.

A frota do satélite Arktika-M vai incluir pelo menos dois satélites que se vão revezar pelas secções funcionais da órbita.

As equipas vão garantir uma monitorização meteorológica do espaço terrestre, a superfície do oceano Glacial Ártico e as comunicações.

O director-geral da Roscosmos, Dmitri Rogozin, já anunciou a possibilidade destes satélites “não se tornarem solitários”, abrindo portas à possibilidade da frota de satélites se ampliar no futuro.

De acordo com a transmissão em directo, divulgada no ‘site’ da agência espacial russa Roscosmos, aos nove minutos de lançamento, o bloco propulsor Fregat separou-se da terceira fase do foguetão.

O satélite ficará em órbita aproximadamente duas horas depois do lançamento, informou a Roscosmos.

O Arktika-M foi criado de base na plataforma unificada Navigator da empresa russa Lavochkin, especialista em equipamento espacial, que garante a operação do satélite por um período de sete anos.

A frota do satélite Arktika-M vai incluir pelo menos dois satélites que se vão revezar pelas secções funcionais da órbita.

As equipas vão garantir uma monitorização meteorológica do espaço terrestre, a superfície do oceano Glacial Ártico e as comunicações.

O director-geral da Roscosmos, Dmitri Rogozin, já anunciou a possibilidade destes satélites “não se tornarem solitários”, abrindo portas à possibilidade da frota de satélites se ampliar no futuro.