Senado dos EUA vota esta semana plano de estímulo financeiro

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Washington - O Senado norte-americano vai votar "esta semana" o vasto pacote de estímulo financeiro pretendido por Joe Biden, anunciou segunda-feira o líder da maioria democrata Chuck Schumer, projecto que deverá então ser aprovado definitivamente pela Câmara dos Deputados.

A Câmara, controlada pelos democratas, aprovou no sábado um plano de 1.900 milhões de dólares, que incluía inicialmente um aumento no salário mínimo federal por hora, versão que, depois de discutida pelo Senado, acabou por não ser aprovada por uma questão de regras que regem os textos orçamentários.

Apesar do revés, o Presidente democrata instou o Congresso a aprovar "rapidamente" o restante de seu plano.

"Se agirmos com determinação, velocidade e ousadia, seremos finalmente capazes de ganhar vantagem contra este vírus [da covid-19], seremos finalmente capazes de reanimar nossa economia", defendeu Biden no sábado.

Hoje, Chuck Summer garantiu, sem, porém, adiantar um dia específico, que o Senado vai aproveitar esta semana para analisar o plano de resgate.

"Espero um debate robusto e também algumas madrugadas", acrescentou.

Na madrugada de 27 de Fevereiro, a Câmara dos Representantes aprovou o novo pacote de estímulos para enfrentar a crise económica provocada pela covid-19, no montante de 1,9 biliões de dólares.

O projecto de lei foi aprovado com 219 votos a favor - todos democratas - e 212 contra, os republicanos em bloco e dois democratas já hoje durante a madrugada, naquele que será o terceiro pacote de estímulos em menos de um ano, para estancar a queda do emprego e sustentar um tecido económico que dá sinais de rutura em vários sectores.

Com o apoio da Câmara Baixa, o projecto passa agora para o Senado (Câmara Alta), onde deverá ser aprovado no caso de não haver nenhuma alteração.

Trata-se do primeiro projecto legislativo impulsionado pelo governo de Joe Biden, que disse ser este o momento para aprovar um forte pacote de estímulos para sair da crise.

Entre as principais medidas está o pagamento directo de ajudas através de envio de cheques no montante de 1.400 dólares para cada pessoa com rendimentos até cerca de 50 mil euros por ano, que o Governo alega serem fundamentais para evitar que muitos milhares de famílias fiquem irreversivelmente endividadas.

O Governo do seu antecessor, Donald Trump, já tinha enviado cheques de cerca de mil euros (na primavera passada) e de cerca de 500 euros (em Dezembro), mas nas últimas semanas aumentou a pressão pública para repetir o gesto de injectar directamente dinheiro na economia, através do fomento ao consumo.

O plano democrata inclui também 350 mil milhões de dólares para o poder local, que servirá de estímulo para atrair o voto de alguns senadores republicanos, que não quererão desgostar os seus constituintes.

O pacote de estímulo económico de Biden prevê ainda 246 mil milhões de dólares para assistência adicional aos 11 milhões de desempregados de longa duração detectados pelas agências federais.

Estão previstos ainda 70 mil milhões de dólares para testes e vacinas contra a covid-19.

Um dos principais pontos de discórdia entre os democratas foi a inclusão, no projecto de lei, de uma subida do salário mínimo federal dos actuais 7,25 dólares à hora para 15 dólares à hora até 2025, uma das promessas eleitorais de Joe Biden.

Os Estados Unidos são o país mais afectado em termos de mortes e de casos, com 513.092 mortos em 28.605.953 infectados, de acordo com uma contagem da Universidade Johns Hopkins.

A Câmara, controlada pelos democratas, aprovou no sábado um plano de 1.900 milhões de dólares, que incluía inicialmente um aumento no salário mínimo federal por hora, versão que, depois de discutida pelo Senado, acabou por não ser aprovada por uma questão de regras que regem os textos orçamentários.

Apesar do revés, o Presidente democrata instou o Congresso a aprovar "rapidamente" o restante de seu plano.

"Se agirmos com determinação, velocidade e ousadia, seremos finalmente capazes de ganhar vantagem contra este vírus [da covid-19], seremos finalmente capazes de reanimar nossa economia", defendeu Biden no sábado.

Hoje, Chuck Summer garantiu, sem, porém, adiantar um dia específico, que o Senado vai aproveitar esta semana para analisar o plano de resgate.

"Espero um debate robusto e também algumas madrugadas", acrescentou.

Na madrugada de 27 de Fevereiro, a Câmara dos Representantes aprovou o novo pacote de estímulos para enfrentar a crise económica provocada pela covid-19, no montante de 1,9 biliões de dólares.

O projecto de lei foi aprovado com 219 votos a favor - todos democratas - e 212 contra, os republicanos em bloco e dois democratas já hoje durante a madrugada, naquele que será o terceiro pacote de estímulos em menos de um ano, para estancar a queda do emprego e sustentar um tecido económico que dá sinais de rutura em vários sectores.

Com o apoio da Câmara Baixa, o projecto passa agora para o Senado (Câmara Alta), onde deverá ser aprovado no caso de não haver nenhuma alteração.

Trata-se do primeiro projecto legislativo impulsionado pelo governo de Joe Biden, que disse ser este o momento para aprovar um forte pacote de estímulos para sair da crise.

Entre as principais medidas está o pagamento directo de ajudas através de envio de cheques no montante de 1.400 dólares para cada pessoa com rendimentos até cerca de 50 mil euros por ano, que o Governo alega serem fundamentais para evitar que muitos milhares de famílias fiquem irreversivelmente endividadas.

O Governo do seu antecessor, Donald Trump, já tinha enviado cheques de cerca de mil euros (na primavera passada) e de cerca de 500 euros (em Dezembro), mas nas últimas semanas aumentou a pressão pública para repetir o gesto de injectar directamente dinheiro na economia, através do fomento ao consumo.

O plano democrata inclui também 350 mil milhões de dólares para o poder local, que servirá de estímulo para atrair o voto de alguns senadores republicanos, que não quererão desgostar os seus constituintes.

O pacote de estímulo económico de Biden prevê ainda 246 mil milhões de dólares para assistência adicional aos 11 milhões de desempregados de longa duração detectados pelas agências federais.

Estão previstos ainda 70 mil milhões de dólares para testes e vacinas contra a covid-19.

Um dos principais pontos de discórdia entre os democratas foi a inclusão, no projecto de lei, de uma subida do salário mínimo federal dos actuais 7,25 dólares à hora para 15 dólares à hora até 2025, uma das promessas eleitorais de Joe Biden.

Os Estados Unidos são o país mais afectado em termos de mortes e de casos, com 513.092 mortos em 28.605.953 infectados, de acordo com uma contagem da Universidade Johns Hopkins.