Suíça: Biden e Putin encontram-se pela primeira vez em Genebra sem expectativa de acções concretas

  • Arte das fotos dos Presidentes da Russia, Vladimir Putin e dos EUA,  Joe Biden
Genebra - Os presidentes dos Estados Unidos, Joe Biden, e da Rússia, Vladimir Putin, encontraram –se hoje, quarta-feira (16), em Genebra, na Suíça, para a primeira reunião bilateral.

Segundo um comunicado do Kremlin, citado pela Lusa, a pauta da reunião envolverá discussões sobre estabilidade nuclear, mudança climática, segurança cibernética e o destino de cidadãos norte-americanos e russos presos nos respectivos países.

Existe ainda a expectativa de que assuntos mais espinhosos devam ser abordados, como a Ucrânia, Bielarússia, o destino do opositor russo preso Alexei Navalny, e os ciberataques russos, incluindo os que teriam influenciado as eleições norte-americanas de 2017, ganhas por Donald Trump.

Os dois líderes terão de quatro a cinco horas para conversar – a partir das 13h locais – na Villa La Grande, um imponente edifício do século 18, dentro do maior parque de Genebra e com uma bela vista para o lago Leman.

Além de Biden e Putin, estarão presentes os chefes de diplomacia dos dois países, Antony Blinken e Serguei Lavrov.

Após a reunião, os dois presidentes concederão entrevistas separadamente, e não está prevista uma colectiva conjunta. Biden é o 5º presidente americano a se encontrar com Putin desde que este chegou ao poder, no fim de 1999.

A cidade que recebe os líderes no momento em que os dois países enfrentam um dos piores momentos de sua relação bilateral é a mesma que, em 1985, sediou o histórico primeiro encontro entre Ronald Reagan e Mikhail Gorbachov, então no auge da Guerra Fria.

Após o encontro, durante a tarde, os presidentes deverão apresentar os resultados discutidos na reunião numa entrevista colectiva.

Segundo um comunicado do Kremlin, a pauta envolverá discussões sobre estabilidade nuclear, mudança climática, segurança cibernética e o destino de cidadãos norte-americanos presos na Rússia e russos prisioneiros nos EUA.

Mas existe ainda a expectativa de que assuntos mais espinhosos devam ser abordados, como Ucrânia, Bielarússia, o destino do opositor russo preso Alexei Navalny, e os ciberataques russos, incluindo os que teriam influenciado eleições norte-americanas.

Os dois líderes terão de quatro a cinco horas para conversar – a partir das 13h (8h em Brasília) – na Villa La Grande, um imponente edifício do século 18, dentro do maior parque de Genebra e com uma bela vista para o lago Leman.

Além de Biden e Putin, estarão presentes os chefes de diplomacia dos dois países, Antony Blinken e Serguei Lavrov.

Após a reunião, os dois presidentes concederão entrevistas separadamente, e não está prevista uma colectiva conjunta.

Embora reconheçam a importância da aproximação e da cúpula como um primeiro passo, nenhum dos lados nutre grandes expectativas de resultados efectivos para o encontro de Genebra.

“Não estou certo de que se chegará a qualquer acordo. Vejo esta reunião com optimismo prático”, disse o assessor de política externa de Putin, Yuri Ushakov, que falava aos jornalistas na terça-feira.

Opinião parecida foi emitida pela Casa Branca, que afirmou não esperar grandes anúncios, mas que as relações a longo prazo entre os países sejam mais “estáveis e previsíveis” após Genebra.

 

 

 

 

 

Segundo um comunicado do Kremlin, citado pela Lusa, a pauta da reunião envolverá discussões sobre estabilidade nuclear, mudança climática, segurança cibernética e o destino de cidadãos norte-americanos e russos presos nos respectivos países.

Existe ainda a expectativa de que assuntos mais espinhosos devam ser abordados, como a Ucrânia, Bielarússia, o destino do opositor russo preso Alexei Navalny, e os ciberataques russos, incluindo os que teriam influenciado as eleições norte-americanas de 2017, ganhas por Donald Trump.

Os dois líderes terão de quatro a cinco horas para conversar – a partir das 13h locais – na Villa La Grande, um imponente edifício do século 18, dentro do maior parque de Genebra e com uma bela vista para o lago Leman.

Além de Biden e Putin, estarão presentes os chefes de diplomacia dos dois países, Antony Blinken e Serguei Lavrov.

Após a reunião, os dois presidentes concederão entrevistas separadamente, e não está prevista uma colectiva conjunta. Biden é o 5º presidente americano a se encontrar com Putin desde que este chegou ao poder, no fim de 1999.

A cidade que recebe os líderes no momento em que os dois países enfrentam um dos piores momentos de sua relação bilateral é a mesma que, em 1985, sediou o histórico primeiro encontro entre Ronald Reagan e Mikhail Gorbachov, então no auge da Guerra Fria.

Após o encontro, durante a tarde, os presidentes deverão apresentar os resultados discutidos na reunião numa entrevista colectiva.

Segundo um comunicado do Kremlin, a pauta envolverá discussões sobre estabilidade nuclear, mudança climática, segurança cibernética e o destino de cidadãos norte-americanos presos na Rússia e russos prisioneiros nos EUA.

Mas existe ainda a expectativa de que assuntos mais espinhosos devam ser abordados, como Ucrânia, Bielarússia, o destino do opositor russo preso Alexei Navalny, e os ciberataques russos, incluindo os que teriam influenciado eleições norte-americanas.

Os dois líderes terão de quatro a cinco horas para conversar – a partir das 13h (8h em Brasília) – na Villa La Grande, um imponente edifício do século 18, dentro do maior parque de Genebra e com uma bela vista para o lago Leman.

Além de Biden e Putin, estarão presentes os chefes de diplomacia dos dois países, Antony Blinken e Serguei Lavrov.

Após a reunião, os dois presidentes concederão entrevistas separadamente, e não está prevista uma colectiva conjunta.

Embora reconheçam a importância da aproximação e da cúpula como um primeiro passo, nenhum dos lados nutre grandes expectativas de resultados efectivos para o encontro de Genebra.

“Não estou certo de que se chegará a qualquer acordo. Vejo esta reunião com optimismo prático”, disse o assessor de política externa de Putin, Yuri Ushakov, que falava aos jornalistas na terça-feira.

Opinião parecida foi emitida pela Casa Branca, que afirmou não esperar grandes anúncios, mas que as relações a longo prazo entre os países sejam mais “estáveis e previsíveis” após Genebra.