Suíça: Putin manifesta a Biden o desejo de uma cimeira "produtiva"

  • Vladmir Putin
Genebra - O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, manifestou hoje, quarta-feira, ao seu homólogo norte-americano, Joe Biden, o desejo que a sua primeira cimeira, a decorrer em Genebra, seja produtiva.

"Acumularam-se muitas questões nas relações russo-norte-americanas. Espero que o nosso encontro seja produtivo", disse o líder russo no início da cimeira em Lilla La Grange.

"Senhor Presidente, queria agradecer-lhe a sua iniciativa de celebrar esta reunião", acrescentou o líder russo, sentado junto a Biden numa das bibliotecas da mansão e ambos acompanhados pelos respetivos chefes da diplomacia.

Por sua vez, e ainda no início da cimeira, Biden disse ao líder do Kremlim que é melhor verem-se "face a face", referindo-se a uma conversa "entre duas grandes potências".

"Como sempre tenho dito, é melhor vermo-nos cara a cara", assinalou o norte-americano ao russo, após agradecer os desejos de Putin sobre uma reunião "produtiva".

Os dois dirigentes falaram aos jornalistas no início do encontro, antes de os repórteres serem retirados da sala.

A cimeira de hoje será o ponto culminante da primeira deslocação de Biden à Europa, num momento em que se acentuaram as tensões entre a Rússia e o Ocidente.

A Ucrânia, a Bielorrússia, o destino do opositor russo detido Alexei Navalny, e os ciberataques serão temas que Biden pretenderá abordar, num debate que se prevê áspero e difícil.

Após participar nas cimeiras do G7, da NATO e com a União Europeia, Biden está munido de novos argumentos, em particular após a reunião de segunda-feira com os aliados e na qual a Rússia e a China foram apontados como "desafios sistemáticos à ordem internacional".

A abordagem de Biden face à Rússia assinala uma ruptura com a protagonizada pelo seu antecessor, Donald Trump.

A única cimeira que Trump e Putin tiveram, em Julho de 2018 em Helsínquia, ficou marcada pela recusa de Trump em legitimar as conclusões das agências de informações norte-americanas e quando Putin continuava a negar interferência russa nas presidenciais realizadas dois anos antes.

A Presidência norte-americana optou agora por fornecer poucos detalhes sobre o encontro a dois, e apenas confirmou que, ao contrário do que sucedeu com Donald Trump em 2018, não está prevista uma conferência de imprensa conjunta.

"Acumularam-se muitas questões nas relações russo-norte-americanas. Espero que o nosso encontro seja produtivo", disse o líder russo no início da cimeira em Lilla La Grange.

"Senhor Presidente, queria agradecer-lhe a sua iniciativa de celebrar esta reunião", acrescentou o líder russo, sentado junto a Biden numa das bibliotecas da mansão e ambos acompanhados pelos respetivos chefes da diplomacia.

Por sua vez, e ainda no início da cimeira, Biden disse ao líder do Kremlim que é melhor verem-se "face a face", referindo-se a uma conversa "entre duas grandes potências".

"Como sempre tenho dito, é melhor vermo-nos cara a cara", assinalou o norte-americano ao russo, após agradecer os desejos de Putin sobre uma reunião "produtiva".

Os dois dirigentes falaram aos jornalistas no início do encontro, antes de os repórteres serem retirados da sala.

A cimeira de hoje será o ponto culminante da primeira deslocação de Biden à Europa, num momento em que se acentuaram as tensões entre a Rússia e o Ocidente.

A Ucrânia, a Bielorrússia, o destino do opositor russo detido Alexei Navalny, e os ciberataques serão temas que Biden pretenderá abordar, num debate que se prevê áspero e difícil.

Após participar nas cimeiras do G7, da NATO e com a União Europeia, Biden está munido de novos argumentos, em particular após a reunião de segunda-feira com os aliados e na qual a Rússia e a China foram apontados como "desafios sistemáticos à ordem internacional".

A abordagem de Biden face à Rússia assinala uma ruptura com a protagonizada pelo seu antecessor, Donald Trump.

A única cimeira que Trump e Putin tiveram, em Julho de 2018 em Helsínquia, ficou marcada pela recusa de Trump em legitimar as conclusões das agências de informações norte-americanas e quando Putin continuava a negar interferência russa nas presidenciais realizadas dois anos antes.

A Presidência norte-americana optou agora por fornecer poucos detalhes sobre o encontro a dois, e apenas confirmou que, ao contrário do que sucedeu com Donald Trump em 2018, não está prevista uma conferência de imprensa conjunta.