Transportadora aérea Emirates regista perda anual de USD 5,5 mil milhões

  • Avião Boeing da Compainha Emirates
Dubai - A companhia aérea Emirates anunciou hoje perdas anuais de 5,5 mil milhões de dólares, as primeiras em mais de três décadas, como consequência do impacto da pandemia do coronavírus e das restrições de viagens na indústria aeronáutica.

"Devido às restrições de voos e viagens em curso ligadas à pandemia, a companhia aérea relatou uma perda de 20,3 mil milhões de dirhans (USD 5,5 mil milhões), depois de ganhos de 1,1 mil milhões de dirhans (USD 288 milhões) no ano passado", detalhou a empresa em comunicado.

Forçada a suspender as operações temporariamente no ano passado, a transportadora aérea viu a sua receita cair em 66%, para USD 8,4 mil milhões. No ano fiscal encerrado em Março, a Emirates transportou 6,6 milhões de passageiros, 88% a menos do que no mesmo período do ano passado.

"A pandemia da covid-19 continua a ter um impacto terrível em vidas humanas, nas comunidades, nas economias e na indústria de viagens e na aviação", afirmou o presidente e CEO da empresa, cheick Ahmed bin Said Al Maktoum.

O líder empresarial acrescentou que o grupo Emirates foi "duramente atingido pela queda na procura de viagens aéreas internacionais, devido ao encerramento de fronteiras decidido pelos países e à imposição de rígidas restrições de viagem".

"Devido às restrições de voos e viagens em curso ligadas à pandemia, a companhia aérea relatou uma perda de 20,3 mil milhões de dirhans (USD 5,5 mil milhões), depois de ganhos de 1,1 mil milhões de dirhans (USD 288 milhões) no ano passado", detalhou a empresa em comunicado.

Forçada a suspender as operações temporariamente no ano passado, a transportadora aérea viu a sua receita cair em 66%, para USD 8,4 mil milhões. No ano fiscal encerrado em Março, a Emirates transportou 6,6 milhões de passageiros, 88% a menos do que no mesmo período do ano passado.

"A pandemia da covid-19 continua a ter um impacto terrível em vidas humanas, nas comunidades, nas economias e na indústria de viagens e na aviação", afirmou o presidente e CEO da empresa, cheick Ahmed bin Said Al Maktoum.

O líder empresarial acrescentou que o grupo Emirates foi "duramente atingido pela queda na procura de viagens aéreas internacionais, devido ao encerramento de fronteiras decidido pelos países e à imposição de rígidas restrições de viagem".