Trump admite voltar a concorrer à presidência dos EUA

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Washington - O ex-presidente norte-americano Donald Trump admitiu este domingo candidatar-se pela terceira vez ao cargo, recusando novamente assumir a derrota nas eleições de 2020 para os democratas.

"Na realidade, como sabem, acabei de perder a Casa Branca (...), mas quem sabe, quem sabe... posso decidir vencê-los pela terceira vez", afirmou, numa referência aos democratas, no encerramento da Conferência de Acção Política Conservadora, em Orlando, no estado da Flórida.


Trump começou com uma hora de atraso a sua primeira intervenção pública desde que deixou a Casa Branca, em 20 de Janeiro, e foi absolvido no seu segundo julgamento político no Congresso, no caso por incitamento à insurreição no assalto ao Capitólio, em 06 de Janeiro.

O antigo presidente republicano não reconhece a sua derrota para o democrata Joe Biden, que assumiu a presidência dos Estados Unidos em 20 de Janeiro e reverteu muitas das políticas do seu antecessor, incluindo as da imigração.

"Não importa o quanto os poderosos interesses nos querem silenciar, que não haja dúvidas, seremos vitoriosos e a América será mais forte e maior do que nunca", exortou.

Na sua intervenção, Donald Trump pediu unidade no Partido Republicano, afastando a possibilidade da criação do seu próprio partido.

"Vou continuar a lutar ao vosso lado. Temos o Partido Republicano, vai ser forte e unido como nunca antes. Não vou lançar um novo partido, isso foi uma notícia falsa", sublinhou.

Sobre Biden, disse que "teve o primeiro mês mais desastroso de qualquer presidente da história moderna".

"Na realidade, como sabem, acabei de perder a Casa Branca (...), mas quem sabe, quem sabe... posso decidir vencê-los pela terceira vez", afirmou, numa referência aos democratas, no encerramento da Conferência de Acção Política Conservadora, em Orlando, no estado da Flórida.


Trump começou com uma hora de atraso a sua primeira intervenção pública desde que deixou a Casa Branca, em 20 de Janeiro, e foi absolvido no seu segundo julgamento político no Congresso, no caso por incitamento à insurreição no assalto ao Capitólio, em 06 de Janeiro.

O antigo presidente republicano não reconhece a sua derrota para o democrata Joe Biden, que assumiu a presidência dos Estados Unidos em 20 de Janeiro e reverteu muitas das políticas do seu antecessor, incluindo as da imigração.

"Não importa o quanto os poderosos interesses nos querem silenciar, que não haja dúvidas, seremos vitoriosos e a América será mais forte e maior do que nunca", exortou.

Na sua intervenção, Donald Trump pediu unidade no Partido Republicano, afastando a possibilidade da criação do seu próprio partido.

"Vou continuar a lutar ao vosso lado. Temos o Partido Republicano, vai ser forte e unido como nunca antes. Não vou lançar um novo partido, isso foi uma notícia falsa", sublinhou.

Sobre Biden, disse que "teve o primeiro mês mais desastroso de qualquer presidente da história moderna".