Trump pede ao Supremo para travar vitória de Biden em quatro Estados

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Washington - O Presidente cessante dos EUA, Donald Trump, pediu na quarta-feira ao Supremo Tribunal para travar a vitória do presidente eleito, Joe Biden, em quatro Estados-chave.

Trump apresentou uma moção para sustentar o caso apresentado na terça-feira por autoridades texanas e apoiado quarta-feira pelos líderes de 17 outros Estados controlados por conservadores.

"Vamos intervir no caso do Texas (e de muitos outros Estados). Este é o caso mais importante. O nosso país precisa de uma vitória", escreveu Trump, num 'tweet', algumas horas antes de apresentar o documento.

Donald Trump, que se recusa a admitir a derrota nas eleições de três de Novembro, fez o pedido em seu próprio nome, mas com a ajuda de um advogado contratado para o efeito, John C. Eastman.

O processo judicial do Texas procura impedir que quatro Estados em que Biden ganhou - Geórgia, Michigan, Pensilvânia e Wisconsin - certifiquem na próxima segunda-feira a vitória do democrata, data em que Colégio Eleitoral reúne para ratificar formalmente o próximo presidente.

O argumento apresentado relativamente ao Texas é que os governadores desses Estados alegadamente utilizaram a pandemia provocada pela covid-19 como "pretexto" para alterarem as regras eleitorais, com o intuito de permitir mais votações por correspondência, uma opção escolhida por milhões de americanos.

O Supremo Tribunal já deu a entender que não está disposto a intervir na contestação de Trump ao resultado das eleições e no que toca às suas reivindicações de fraude, sem provas, que dezenas de tribunais já rejeitaram.

O mais importante tribunal do país rejeitou na terça-feira uma acção judicial apresentada pelos aliados de Trump para inverter o resultado na Pensilvânia, dando um rude golpe nas perspectivas do presidente cessante.

O Supremo Tribunal é composto por três juízes progressistas e seis conservadores, três dos quais nomeados por Trump.

Para além da estratégia legal seguida, o presidente está a tentar influenciar os republicanos locais para invalidarem a vitória do democrata nos seus Estados, fazendo uso de legislação em mãos conservadoras, como na Geórgia, Michigan ou Pensilvânia.

 

Trump apresentou uma moção para sustentar o caso apresentado na terça-feira por autoridades texanas e apoiado quarta-feira pelos líderes de 17 outros Estados controlados por conservadores.

"Vamos intervir no caso do Texas (e de muitos outros Estados). Este é o caso mais importante. O nosso país precisa de uma vitória", escreveu Trump, num 'tweet', algumas horas antes de apresentar o documento.

Donald Trump, que se recusa a admitir a derrota nas eleições de três de Novembro, fez o pedido em seu próprio nome, mas com a ajuda de um advogado contratado para o efeito, John C. Eastman.

O processo judicial do Texas procura impedir que quatro Estados em que Biden ganhou - Geórgia, Michigan, Pensilvânia e Wisconsin - certifiquem na próxima segunda-feira a vitória do democrata, data em que Colégio Eleitoral reúne para ratificar formalmente o próximo presidente.

O argumento apresentado relativamente ao Texas é que os governadores desses Estados alegadamente utilizaram a pandemia provocada pela covid-19 como "pretexto" para alterarem as regras eleitorais, com o intuito de permitir mais votações por correspondência, uma opção escolhida por milhões de americanos.

O Supremo Tribunal já deu a entender que não está disposto a intervir na contestação de Trump ao resultado das eleições e no que toca às suas reivindicações de fraude, sem provas, que dezenas de tribunais já rejeitaram.

O mais importante tribunal do país rejeitou na terça-feira uma acção judicial apresentada pelos aliados de Trump para inverter o resultado na Pensilvânia, dando um rude golpe nas perspectivas do presidente cessante.

O Supremo Tribunal é composto por três juízes progressistas e seis conservadores, três dos quais nomeados por Trump.

Para além da estratégia legal seguida, o presidente está a tentar influenciar os republicanos locais para invalidarem a vitória do democrata nos seus Estados, fazendo uso de legislação em mãos conservadoras, como na Geórgia, Michigan ou Pensilvânia.