Tufão Vamco mata 67 pessoas nas Filipinas

  • Chuva no Luau
Manila - O Tufão Vamco provocou pelo menos 67 mortos nas Filipinas, segundo o balanço feito hoje pelas autoridades locais, que apontam para 1,1 milhão de pessoas afectadas por este 21º ciclone que assolou o país este ano.

Ainda há 12 pessoas desaparecidas devido ao fenómeno, que danificou 25.852 residências no norte do país, segundo informações avançadas hoje pelo porta-voz do Conselho de Redução de Risco de Desastres (NDRRMC), Mark Timbal, citado pela agência de notícias espanhola EFE.

De acordo com dados do NDRRMC, 1,1 milhão de pessoas foram afectadas pela tempestade, que obrigou a que cerca de 370 mil pessoas tivessem de abandonar as suas casas.

As operações de resgate continuam no norte da ilha de Luzon, onde milhares de pessoas ficaram presas nas enchentes.

O Vamco é o quinto tufão a atingir as Filipinas no último mês, tendo já causado graves inundações e deslizamentos de terra em muitas partes de Luzon, incluindo Manila, onde se registaram as piores enchentes em décadas.

Este ano, as Filipinas já foram fustigadas por 21 ciclones e, segundo o serviço meteorológico Pagasa, ainda podem sofrer a passagem de mais quatro até o final de 2020.

 

 

Ainda há 12 pessoas desaparecidas devido ao fenómeno, que danificou 25.852 residências no norte do país, segundo informações avançadas hoje pelo porta-voz do Conselho de Redução de Risco de Desastres (NDRRMC), Mark Timbal, citado pela agência de notícias espanhola EFE.

De acordo com dados do NDRRMC, 1,1 milhão de pessoas foram afectadas pela tempestade, que obrigou a que cerca de 370 mil pessoas tivessem de abandonar as suas casas.

As operações de resgate continuam no norte da ilha de Luzon, onde milhares de pessoas ficaram presas nas enchentes.

O Vamco é o quinto tufão a atingir as Filipinas no último mês, tendo já causado graves inundações e deslizamentos de terra em muitas partes de Luzon, incluindo Manila, onde se registaram as piores enchentes em décadas.

Este ano, as Filipinas já foram fustigadas por 21 ciclones e, segundo o serviço meteorológico Pagasa, ainda podem sofrer a passagem de mais quatro até o final de 2020.