Turquia desmonta rede suspeita de espiar para Mossad

Istambul - A turquia prendeu 15 pessoas suspeitas de trabalhar para o serviço secreto de Israel, Mossad, informou na quinta-feira (21) o Ministério Público de Istambul, citado pelo jornal Sabah.

  •  

A mídia da Turquia relata que foram descobertos no país agentes da inteligência israelita que espiavam estudantes, particularmente palestinianos e envolvidos na indústria da defesa.

Os investigadores disseram acreditar que um grupo de indivíduos na Turquia estava a colher informações e dados de importância para Israel.

Os que supostamente colaboraram com os serviços de inteligência de Israel, são acusados de espionagem internacional, referiu na   quinta-feira (21) a agência turca Anadolu, citando fontes da Procuradoria da Turquia.

De acordo com o Sabah, a rede de espiões foi vigiada durante mais de um ano, e o seu objectivo era recolher informações sobre estudantes estrangeiros em universidades da Turquia, particularmente palestinianos e os que tinham um futuro potencial na indústria da defesa.

Os espiões também foram supostamente encarregados de investigar uma série de outras associações e organizações não especificadas que hospedaram palestinianos no país.

Segundo as autoridades de investigação turcas, os suspeitos cooperaram activamente com os palestinianos e sírios que vivem na Turquia, e entregaram os dados ao Mossad. A inteligência de Israel, por sua vez, teria recompensado os agentes através de sistemas internacionais de transferência de dinheiro como os Western Union, Moneygram, Bitcoin, e até por mensageiros.

  •  

A mídia da Turquia relata que foram descobertos no país agentes da inteligência israelita que espiavam estudantes, particularmente palestinianos e envolvidos na indústria da defesa.

Os investigadores disseram acreditar que um grupo de indivíduos na Turquia estava a colher informações e dados de importância para Israel.

Os que supostamente colaboraram com os serviços de inteligência de Israel, são acusados de espionagem internacional, referiu na   quinta-feira (21) a agência turca Anadolu, citando fontes da Procuradoria da Turquia.

De acordo com o Sabah, a rede de espiões foi vigiada durante mais de um ano, e o seu objectivo era recolher informações sobre estudantes estrangeiros em universidades da Turquia, particularmente palestinianos e os que tinham um futuro potencial na indústria da defesa.

Os espiões também foram supostamente encarregados de investigar uma série de outras associações e organizações não especificadas que hospedaram palestinianos no país.

Segundo as autoridades de investigação turcas, os suspeitos cooperaram activamente com os palestinianos e sírios que vivem na Turquia, e entregaram os dados ao Mossad. A inteligência de Israel, por sua vez, teria recompensado os agentes através de sistemas internacionais de transferência de dinheiro como os Western Union, Moneygram, Bitcoin, e até por mensageiros.