UE preocupada com violência contra defensores dos direitos humanos

Bruxelas - A União Europeia (UE) manifestou hoje preocupação com a violência contra defensores dos direitos humanos na Colômbia, após a publicação de um relatório elaborado pelo gabinete da alta comissária da ONU, Michelle Bachelet.

"A UE partilha as preocupações expostas no comunicado, em particular no que se refere à violência contra defensores dos direitos humanos, ex-combatentes das FARC e líderes sociais e indígenas", declarou em comunicado o porta-voz do alto representante da União para os Negócios Estrangeiros, Josep Borrell.

A UE disse apreciar os progressos da Colômbia em âmbitos como os programas de desenvolvimento rural ou a reintegração dos ex-combatentes, mas advertiu que são necessários "esforços maiores para melhorar a situação geral", como se destaca no comunicado da ONU.

"A UE saúda as recomendações formuladas para promover alterações estruturais que ajudem a melhorar a situação dos direitos humanos e, neste sentido, a adopção exaustiva do acordo de paz, no qual reiteramos o nosso compromisso de longa data", comentou.

Neste sentido, destacou as recomendações que pedem "uma maior presença estatal integrada nos territórios, a adopção por parte da Comissão Nacional de Garantias de Segurança de uma política pública para o desmantelamento de organizações criminosas e a protecção do trabalho do sistema integral de verdade, justiça e reparação".

O porta-voz assegurou que os 27 estão preparados para continuar a trabalhar "com todos os atores", incluindo o Governo da Colômbia, a sociedade civil e as Nações Unidas.

"A UE partilha as preocupações expostas no comunicado, em particular no que se refere à violência contra defensores dos direitos humanos, ex-combatentes das FARC e líderes sociais e indígenas", declarou em comunicado o porta-voz do alto representante da União para os Negócios Estrangeiros, Josep Borrell.

A UE disse apreciar os progressos da Colômbia em âmbitos como os programas de desenvolvimento rural ou a reintegração dos ex-combatentes, mas advertiu que são necessários "esforços maiores para melhorar a situação geral", como se destaca no comunicado da ONU.

"A UE saúda as recomendações formuladas para promover alterações estruturais que ajudem a melhorar a situação dos direitos humanos e, neste sentido, a adopção exaustiva do acordo de paz, no qual reiteramos o nosso compromisso de longa data", comentou.

Neste sentido, destacou as recomendações que pedem "uma maior presença estatal integrada nos territórios, a adopção por parte da Comissão Nacional de Garantias de Segurança de uma política pública para o desmantelamento de organizações criminosas e a protecção do trabalho do sistema integral de verdade, justiça e reparação".

O porta-voz assegurou que os 27 estão preparados para continuar a trabalhar "com todos os atores", incluindo o Governo da Colômbia, a sociedade civil e as Nações Unidas.