Venezuela desenha plano para combater variante do novo coronavírus

Caracas - O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, anunciou na terça-feira que as autoridades sanitárias estão a desenhar um plano para evitar a propagação local de uma variante mais contagiosa do novo coronavírus detectada no Reino Unido.

"A Venezuela está a preparar-se para travar esta nova onda de coronavírus, produto de um vírus mutante", disse à televisão estatal venezuelana.

O Presidente da Venezuela explicou que "está a começar uma nova etapa do coronavírus no mundo", que é "tão perigosa e alarmante" como a anterior.

"A mutação que houve em Inglaterra, na Europa, ameaça com uma onda pavorosa da covid-19", frisou.

Maduro avançou que nos próximos dias anunciará medidas de biossegurança que vão ser activadas a partir de Janeiro de 2021, já que há um aumento de casos confirmados de contágios no país.

Essas medidas, disse, vão modificar o actual esquema venezuelano de sete dias de flexibilização seguidos por sete dias de confinamento restrito.

Ainda na terça-feira, a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez anunciou a chegada a Caracas de um novo carregamento com 274 toneladas de ajuda humanitária proveniente da China.

Segundo a governante, desde Março de 2020 (início da pandemia da covid-19) a Venezuela recebeu mais de dois milhões de testes rápidos do novo coronavírus, mais de um milhão de provas moleculares, dez milhões de máscaras, quase 600 mil fatos especiais e medicamentos como a "cloroquina", esteroides e antibióticos, entre outros.

Delcy Rodríguez voltou a acusar o Governo dos Estados Unidos de tentar impedir que a Venezuela tenha acesso a medicamentos, alimentos e serviços essenciais, através da imposição de sanções e medidas coercitivas unilaterais.

Na Venezuela estão confirmados 110.828 casos de pessoas infectadas com o novo coronavírus, 993 mortes associadas à covid-19 e mais de 105 mil pessoas recuperaram da doença.

A Venezuela está desde 13 de Março em estado de alerta, o que permite ao executivo decretar "decisões drásticas" para combater a pandemia.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.703.500 mortos resultantes de mais de 77,2 milhões de casos de infecção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

"A Venezuela está a preparar-se para travar esta nova onda de coronavírus, produto de um vírus mutante", disse à televisão estatal venezuelana.

O Presidente da Venezuela explicou que "está a começar uma nova etapa do coronavírus no mundo", que é "tão perigosa e alarmante" como a anterior.

"A mutação que houve em Inglaterra, na Europa, ameaça com uma onda pavorosa da covid-19", frisou.

Maduro avançou que nos próximos dias anunciará medidas de biossegurança que vão ser activadas a partir de Janeiro de 2021, já que há um aumento de casos confirmados de contágios no país.

Essas medidas, disse, vão modificar o actual esquema venezuelano de sete dias de flexibilização seguidos por sete dias de confinamento restrito.

Ainda na terça-feira, a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez anunciou a chegada a Caracas de um novo carregamento com 274 toneladas de ajuda humanitária proveniente da China.

Segundo a governante, desde Março de 2020 (início da pandemia da covid-19) a Venezuela recebeu mais de dois milhões de testes rápidos do novo coronavírus, mais de um milhão de provas moleculares, dez milhões de máscaras, quase 600 mil fatos especiais e medicamentos como a "cloroquina", esteroides e antibióticos, entre outros.

Delcy Rodríguez voltou a acusar o Governo dos Estados Unidos de tentar impedir que a Venezuela tenha acesso a medicamentos, alimentos e serviços essenciais, através da imposição de sanções e medidas coercitivas unilaterais.

Na Venezuela estão confirmados 110.828 casos de pessoas infectadas com o novo coronavírus, 993 mortes associadas à covid-19 e mais de 105 mil pessoas recuperaram da doença.

A Venezuela está desde 13 de Março em estado de alerta, o que permite ao executivo decretar "decisões drásticas" para combater a pandemia.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.703.500 mortos resultantes de mais de 77,2 milhões de casos de infecção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.