Venezuela: Ministro da Defesa confirma sequestro de militares pelas FARC

Caracas - O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, confirmou, que oito militares que os familiares reclamavam estar desaparecidos, foram sequestrados pela guerrilha colombiana FARC, em Apure, na fronteira colombo-venezuelana.

"Nas ações de combate foram 'capturados' [sequestrados] oito profissionais militares" explica o ministro em comunicado divulgado no sábado.

O documento começa por explicar que as Forças Armadas Bolivarianas da Venezuela (FANB), "no pleno exercício da sua soberania" realizam, desde 21 de Março, a operação "Escudo Bolivariano 2021" no Estado venezuelano de Apure, a sudoeste do país, fronteiriço com a Colômbia.

Essa operação, detalha, tem lugar "contra grupos irregulares armados colombianos, organizações terroristas dedicadas ao tráfico de droga, rapto e extorsão, entre outras atividades criminosas, que declararam a guerra ao Estado venezuelano, ao povo e à instituição".

"Essas facções utilizam métodos assassinos e covardes, como minas antipessoais e cargas explosivas detonadas à distância, que causaram a morte de militares e ferimentos graves a outros, nalguns deles mutilações de membros e incapacidades permanentes", explica.

O ministro denuncia "perante a comunidade internacional, organizações multilaterais e organizações de defesa dos direitos humanos, o infame rapto destes soldados, e exige que os captores, que os mantêm ilegalmente em cativeiro, preservem a sua vida e integridade física".

"Estabelecemos os contactos que conduzam à rápida libertação e o Ministério dos Negócios Estrangeiros da República [Venezuela] está a coordenar com o Comité Internacional da Cruz Vermelha para que sirva de enlace na entrega dos nossos irmãos combatentes", explica.

O documento sublinha que a Venezuela não poupará esforços e "todos os meios possíveis para os recuperar sãos e salvos".

O documento conclui ratificando "o compromisso inabalável de garantir a integridade territorial e a soberania da nação, que não é negociável, reiterando contundentemente que não toleraremos grupos armados fora da lei, em qualquer área da geografia nacional".

A 10 de Maio de 2021 as subversivas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) anunciaram que tinham oito militares venezuelanos em seu poder.

O anúncio foi feito através de uma carta divulgada na Internet e dirigida à Cruz Vermelha Internacional, organismo a quem pediam para "estabelecer os protocolos e mecanismos necessários para que sejam entregues" ao Governo venezuelano.

O documento começava por explicar que "em múltiplas ocasiões, ao longo do conflito armado, social, económico e político" as FARC têm "apelado à intermediação e bons ofícios humanitários" da Cruz Vermelha Internacional, "no âmbito dos protocolos internacionais".

Também que a Venezuela "desdobrou as ações militares ofensivas" contra as FARC e que "foram capturados como prisioneiros de guerra" os oficiais "Jhan Carlo Bemóns, Jonny Jaguay, F. Álvaro Junior Florez, José António Ramos, Estiben José Aular, Luís Coba, Paul Hernández e José Torres".

A 28 de Abril último as FANB reforçaram as operações no estado de Apure, no sudoeste do país, na fronteira com a Colômbia, para expulsar grupos paramilitares que invadem território venezuelano.

A 27 de Abril, as autoridades venezuelanas confirmaram que "um número significativo" de oficiais das FANB morreram em combate com grupos irregulares no estado de Apure.

"Nas ações de combate foram 'capturados' [sequestrados] oito profissionais militares" explica o ministro em comunicado divulgado no sábado.

O documento começa por explicar que as Forças Armadas Bolivarianas da Venezuela (FANB), "no pleno exercício da sua soberania" realizam, desde 21 de Março, a operação "Escudo Bolivariano 2021" no Estado venezuelano de Apure, a sudoeste do país, fronteiriço com a Colômbia.

Essa operação, detalha, tem lugar "contra grupos irregulares armados colombianos, organizações terroristas dedicadas ao tráfico de droga, rapto e extorsão, entre outras atividades criminosas, que declararam a guerra ao Estado venezuelano, ao povo e à instituição".

"Essas facções utilizam métodos assassinos e covardes, como minas antipessoais e cargas explosivas detonadas à distância, que causaram a morte de militares e ferimentos graves a outros, nalguns deles mutilações de membros e incapacidades permanentes", explica.

O ministro denuncia "perante a comunidade internacional, organizações multilaterais e organizações de defesa dos direitos humanos, o infame rapto destes soldados, e exige que os captores, que os mantêm ilegalmente em cativeiro, preservem a sua vida e integridade física".

"Estabelecemos os contactos que conduzam à rápida libertação e o Ministério dos Negócios Estrangeiros da República [Venezuela] está a coordenar com o Comité Internacional da Cruz Vermelha para que sirva de enlace na entrega dos nossos irmãos combatentes", explica.

O documento sublinha que a Venezuela não poupará esforços e "todos os meios possíveis para os recuperar sãos e salvos".

O documento conclui ratificando "o compromisso inabalável de garantir a integridade territorial e a soberania da nação, que não é negociável, reiterando contundentemente que não toleraremos grupos armados fora da lei, em qualquer área da geografia nacional".

A 10 de Maio de 2021 as subversivas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) anunciaram que tinham oito militares venezuelanos em seu poder.

O anúncio foi feito através de uma carta divulgada na Internet e dirigida à Cruz Vermelha Internacional, organismo a quem pediam para "estabelecer os protocolos e mecanismos necessários para que sejam entregues" ao Governo venezuelano.

O documento começava por explicar que "em múltiplas ocasiões, ao longo do conflito armado, social, económico e político" as FARC têm "apelado à intermediação e bons ofícios humanitários" da Cruz Vermelha Internacional, "no âmbito dos protocolos internacionais".

Também que a Venezuela "desdobrou as ações militares ofensivas" contra as FARC e que "foram capturados como prisioneiros de guerra" os oficiais "Jhan Carlo Bemóns, Jonny Jaguay, F. Álvaro Junior Florez, José António Ramos, Estiben José Aular, Luís Coba, Paul Hernández e José Torres".

A 28 de Abril último as FANB reforçaram as operações no estado de Apure, no sudoeste do país, na fronteira com a Colômbia, para expulsar grupos paramilitares que invadem território venezuelano.

A 27 de Abril, as autoridades venezuelanas confirmaram que "um número significativo" de oficiais das FANB morreram em combate com grupos irregulares no estado de Apure.