Especialistas defendem maior abordagem sobre 4 de Janeiro

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Saurimo – Os acontecimentos do 4 de Janeiro de 1961 devem servir de estudo no ensino primário e secundário, com vista a permitir que os alunos dominem a história e razões de ser data de celebração nacional, afirmou hoje, segunda-feira, em Saurimo (Lunda Sul), o docente universitário, Raúl de Almeida.

Segundo o docente, com este objectivo contribuirá na disseminação e fortalecimento dos factos ocorridos sobre a revolta dos trabalhadores dos campos de produção do algodão da antiga Cotonang.

Por sua vez, o padre da igreja católica, Carlos Sucubie, disse que se deve reconhecer os esforços daqueles que se bateram contra a opressão colonial, iniciado nos acontecimentos da Baixa de Cassanje, por serem impulsionadores da história do país, “pois aumentaram a consciência de liberdade dos patriotas angolanos”, enfatizou.

Na província do Zaire, o governador provincial, Pedro Makita, destacou sacrifício consentido pelos nacionalistas angolanos que ao longo dos tempos se bateram contra a presença colonial.

Assegurou que o Executivo continua engajado na dignificação dos bravos combatentes pela liberdade, criando políticas para a sua reintegração social e económica.

Na Lunda Norte, o governador Ernesto Muangala reiterou que a data deve constituir um momento de reflexão e mobilização, na busca de soluções que visam, de forma gradual, promover o desenvolvimento socioeconómico do país, para honrar todos os heróis da opressão colonial da Baixa de Cassanje.

Assegurou que o governo local vai continuar a trabalhar em prol do bem-estar desta franja, implementando políticas que visam a sua reintegração socioeconómica.

Enquanto no Bengo, 500 antigos combatentes em situação de vulnerabilidade dos seis municípios da província foram agraciados com bens alimentares, detergentes e muletas.

A entrega foi feita pelo vice-governador do Bengo para o sector Político e Social, José Bartolomeu, que na ocasião lembrou que a efeméride deve servir para reflexão e reconhecimento em torno daqueles que sacrificaram as suas vidas pelo país.

Na província de Malanje, o governo reitera o arranque, este ano, da construção do memorial na localidade de Teka- Dia-Kinda (município do Quela) visando simbolizar e dignificar os heróis da Baixa de Cassanje, tombados em consequências do massacre do 4 de Janeiro de 1961, praticado pelos colonialistas portugueses.

De acordo com o director dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, Ananias Gomes, estudos foram já realizados, aguardando-se apenas a disponibilização de verbas para a concretização do projecto.

Enquanto em Cabinda, o secretário provincial dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, André Mingas, defende que a data deve continuar a ser considerada como marco histórico na vida do povo angolano, a julgar pela determinação, patriotismo e espírito nacionalista que impulsionou o grupo de angolanos na defesa dos interesses mais nobres do país, a liberdade.

Referiu ainda que a juventude deve inspirar-se nestes valores, espírito nacionalistas e  patriotismo, como qualidades que identificaram esses nacionalistas na luta pela unidade, liberdade e defesa da soberania e independência nacional.

A 4 de Janeiro de 1961 colonos portugueses reprimiram cerca de 20 mil camponeses angolanos, naquilo que ficou na história como o Massacre da Baixa de Cassanje, território localizado entre as províncias de Malanje e Lunda Norte.

Os acontecimentos da Baixa do Cassanje aumentaram a consciência de liberdade dos patriotas angolanos que, a 4 de Fevereiro do mesmo ano, resolveram desencadear uma luta armada contra o regime fascista português, culminando com a proclamação da independência do país, a 11 de Novembro de 1975.

A efeméride é assinalada no país como uma data de celebração nacional, considerada Dia dos Mártires da Repressão Colonial.

Segundo o docente, com este objectivo contribuirá na disseminação e fortalecimento dos factos ocorridos sobre a revolta dos trabalhadores dos campos de produção do algodão da antiga Cotonang.

Por sua vez, o padre da igreja católica, Carlos Sucubie, disse que se deve reconhecer os esforços daqueles que se bateram contra a opressão colonial, iniciado nos acontecimentos da Baixa de Cassanje, por serem impulsionadores da história do país, “pois aumentaram a consciência de liberdade dos patriotas angolanos”, enfatizou.

Na província do Zaire, o governador provincial, Pedro Makita, destacou sacrifício consentido pelos nacionalistas angolanos que ao longo dos tempos se bateram contra a presença colonial.

Assegurou que o Executivo continua engajado na dignificação dos bravos combatentes pela liberdade, criando políticas para a sua reintegração social e económica.

Na Lunda Norte, o governador Ernesto Muangala reiterou que a data deve constituir um momento de reflexão e mobilização, na busca de soluções que visam, de forma gradual, promover o desenvolvimento socioeconómico do país, para honrar todos os heróis da opressão colonial da Baixa de Cassanje.

Assegurou que o governo local vai continuar a trabalhar em prol do bem-estar desta franja, implementando políticas que visam a sua reintegração socioeconómica.

Enquanto no Bengo, 500 antigos combatentes em situação de vulnerabilidade dos seis municípios da província foram agraciados com bens alimentares, detergentes e muletas.

A entrega foi feita pelo vice-governador do Bengo para o sector Político e Social, José Bartolomeu, que na ocasião lembrou que a efeméride deve servir para reflexão e reconhecimento em torno daqueles que sacrificaram as suas vidas pelo país.

Na província de Malanje, o governo reitera o arranque, este ano, da construção do memorial na localidade de Teka- Dia-Kinda (município do Quela) visando simbolizar e dignificar os heróis da Baixa de Cassanje, tombados em consequências do massacre do 4 de Janeiro de 1961, praticado pelos colonialistas portugueses.

De acordo com o director dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, Ananias Gomes, estudos foram já realizados, aguardando-se apenas a disponibilização de verbas para a concretização do projecto.

Enquanto em Cabinda, o secretário provincial dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, André Mingas, defende que a data deve continuar a ser considerada como marco histórico na vida do povo angolano, a julgar pela determinação, patriotismo e espírito nacionalista que impulsionou o grupo de angolanos na defesa dos interesses mais nobres do país, a liberdade.

Referiu ainda que a juventude deve inspirar-se nestes valores, espírito nacionalistas e  patriotismo, como qualidades que identificaram esses nacionalistas na luta pela unidade, liberdade e defesa da soberania e independência nacional.

A 4 de Janeiro de 1961 colonos portugueses reprimiram cerca de 20 mil camponeses angolanos, naquilo que ficou na história como o Massacre da Baixa de Cassanje, território localizado entre as províncias de Malanje e Lunda Norte.

Os acontecimentos da Baixa do Cassanje aumentaram a consciência de liberdade dos patriotas angolanos que, a 4 de Fevereiro do mesmo ano, resolveram desencadear uma luta armada contra o regime fascista português, culminando com a proclamação da independência do país, a 11 de Novembro de 1975.

A efeméride é assinalada no país como uma data de celebração nacional, considerada Dia dos Mártires da Repressão Colonial.