Activistas forçam protesto em Luanda

  • Vista do largo ambiente, província de Luanda.
Luanda - Várias centenas de jovens, entre os quais activistas da sociedade civil, saíram às ruas de Luanda, nesta quarta-feira, para tentar protestar contra o aumento do custo de vida.

A tentativa de manifestação foi frustrada pela Polícia Nacional, por não ter sido autorizada pelo Governo da Província de Luanda e por violar os termos do Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública, em vigor no país.

Ao abrigo do Decreto Presidencial, estão proibidos ajuntamentos na via pública com mais de cinco pessoas, por forma a prevenir eventuais contaminações em massa do novo coronavirus.

Conforme as autoridades da capital do país, além desta imposição do Decreto, não estavam reunidos, da parte dos promotores, alguns pressupostos legais para a manifestação.

Apesar destas razões evocadas pelo Governo de Luanda, os jovens tentaram, com vários grupos de mais de cinco pessoas, concentrar-se na zona do cemitério da Santa Ana. O ponto de chegada seria o 1o de Maio, onde pretendiam ler um Manifesto.

Na Avenida Deolinda Rodrigues (estrada de Catete), a Polícia Nacional dispersou os manifestantes, particularmente nas zonas da
FTU e BCA, com o uso de gás lacrimogéneo.

Em protesto, alguns jovens procuraram bloquear as vias, queimando pneus e contentores de lixo. Houve, inclusive, arremesso de pedras contra as forças da ordem e segurança.

Dados preliminares apurados pela ANGOP, no local, apontam para alguns feridos (em número ainda não contabilizado), entre eles os activistas "Nito Alves" e Laurinda Gouveia.

A Polícia Nacional deteve alguns manifestantes, sendo que não foi confirmada, oficialmente, até ao momento, qualquer caso de morte.

Até por voltas das 12 horas, as forças policiais continuavam a fazer o cordão de segurança nos
principais pontos de acesso à Avenida Deolinda Rodrigues, a fim de impedirem eventuais novos ajuntamentos.

Na essência, os manifestantes tentavam  protestar contra o aumento dos índices de desemprego e a subida do preço dos produtos essenciais, situações que se agudizam desde o surgimento da Covid-19.

Os jovens exigem, igualmente, que o Presidente da República indique uma data concreta para a realização das autarquias, cujo pacote legislativo ainda não foi concluído no Parlamento.

Esta foi a segunda manifestação dos jovens da sociedade civil frustrada pela Polícia, em menos de 30 dias, depois da tentativa de 24 de Outubro último.

A tentativa de manifestação foi frustrada pela Polícia Nacional, por não ter sido autorizada pelo Governo da Província de Luanda e por violar os termos do Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública, em vigor no país.

Ao abrigo do Decreto Presidencial, estão proibidos ajuntamentos na via pública com mais de cinco pessoas, por forma a prevenir eventuais contaminações em massa do novo coronavirus.

Conforme as autoridades da capital do país, além desta imposição do Decreto, não estavam reunidos, da parte dos promotores, alguns pressupostos legais para a manifestação.

Apesar destas razões evocadas pelo Governo de Luanda, os jovens tentaram, com vários grupos de mais de cinco pessoas, concentrar-se na zona do cemitério da Santa Ana. O ponto de chegada seria o 1o de Maio, onde pretendiam ler um Manifesto.

Na Avenida Deolinda Rodrigues (estrada de Catete), a Polícia Nacional dispersou os manifestantes, particularmente nas zonas da
FTU e BCA, com o uso de gás lacrimogéneo.

Em protesto, alguns jovens procuraram bloquear as vias, queimando pneus e contentores de lixo. Houve, inclusive, arremesso de pedras contra as forças da ordem e segurança.

Dados preliminares apurados pela ANGOP, no local, apontam para alguns feridos (em número ainda não contabilizado), entre eles os activistas "Nito Alves" e Laurinda Gouveia.

A Polícia Nacional deteve alguns manifestantes, sendo que não foi confirmada, oficialmente, até ao momento, qualquer caso de morte.

Até por voltas das 12 horas, as forças policiais continuavam a fazer o cordão de segurança nos
principais pontos de acesso à Avenida Deolinda Rodrigues, a fim de impedirem eventuais novos ajuntamentos.

Na essência, os manifestantes tentavam  protestar contra o aumento dos índices de desemprego e a subida do preço dos produtos essenciais, situações que se agudizam desde o surgimento da Covid-19.

Os jovens exigem, igualmente, que o Presidente da República indique uma data concreta para a realização das autarquias, cujo pacote legislativo ainda não foi concluído no Parlamento.

Esta foi a segunda manifestação dos jovens da sociedade civil frustrada pela Polícia, em menos de 30 dias, depois da tentativa de 24 de Outubro último.