Presidente da UNITA reafirma necessidade de transparência no país

  • Adalberto Costa Júnior  Presidente da UNITA quando discursava no acto central do dia  13 De Marco na província do Uíge
Sumbe – O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, advogou este domingo, no município do Amboim (Cuanza Sul), que o desenvolvimento socioeconómico de Angola depende de uma governação transparente e comprometida com o bem-estar comum.

Adalberto Costa Júnior está em trânsito no Cuanza Sul, a caminho de Benguela, onde vai assistir as cerimónias fúnebres das vítimas do acidente de viação, ocorrido a 17 do corrente, na Estrada Nacional 250, no troço Bocoio-Culango, que resultou em seis mortos e 24 feridos.

Durante a breve paragem na cidade da Gabela, o líder da UNITA aproveitou para saudar os militantes do seu partido, que realizavam uma actividade política, em alusão aos 49 anos de existência da Liga da Mulher Angolana (LIMA), organização feminina afecta ao partido, assinalado a 18 do corrente mês.

“Temos um país que tem tudo para ganhar, mesmo à COVID-19, então devemos ter esperança no futuro”, considerou.

Para o efeito, prosseguiu, é preciso muito diálogo, unidade e coesão, que deve funcionar nos partidos, nas famílias e também no país, adiantando que “as instituições têm que dialogar mais”.

“Os angolanos perderam oportunidades para levar o país em frente, são experiências bastantes para não voltar a falhar e colocarmos o país no trilho do desenvolvimento”, disse, referindo-se às próximas eleições.

Adalberto Costa Júnior está em trânsito no Cuanza Sul, a caminho de Benguela, onde vai assistir as cerimónias fúnebres das vítimas do acidente de viação, ocorrido a 17 do corrente, na Estrada Nacional 250, no troço Bocoio-Culango, que resultou em seis mortos e 24 feridos.

Durante a breve paragem na cidade da Gabela, o líder da UNITA aproveitou para saudar os militantes do seu partido, que realizavam uma actividade política, em alusão aos 49 anos de existência da Liga da Mulher Angolana (LIMA), organização feminina afecta ao partido, assinalado a 18 do corrente mês.

“Temos um país que tem tudo para ganhar, mesmo à COVID-19, então devemos ter esperança no futuro”, considerou.

Para o efeito, prosseguiu, é preciso muito diálogo, unidade e coesão, que deve funcionar nos partidos, nas famílias e também no país, adiantando que “as instituições têm que dialogar mais”.

“Os angolanos perderam oportunidades para levar o país em frente, são experiências bastantes para não voltar a falhar e colocarmos o país no trilho do desenvolvimento”, disse, referindo-se às próximas eleições.