Angola celebra 45 anos de Independência Nacional

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Luanda - A República de Angola celebrou, quarta-feira, 11 de Novembro, os 45 anos da sua Independência Nacional num contexto de busca de melhores caminhos para combater a pobreza e as desigualdades sociais, a fim de atingir o desenvolvimento sustentável.

Nessa data, diante de um clima militar tenso em várias regiões do país, nascia um novo Estado soberano no espaço lusófono, que, por mérito próprio, se via livre do jugo colonial português, depois de inúmeras tentativas para assegurar a sua ambicionada autodeterminação.

A proclamação da independência foi o culminar de um difícil processo de insurreição geral armada dos angolanos contra o regime português, iniciado a 4 de Fevereiro de 1961, naquele que ficou conhecido, oficialmente, como o Dia da Luta Armada de Libertação Nacional.

O processo de auto-afirmação total do país, hoje com mais de 30 milhões de habitantes, envolveu milhares de patriotas, entre políticos, religiosos e cidadãos anónimos, que verteram o seu sangue e pagaram com as suas próprias vidas para ver concretizado o sonho de liberdade.

A proclamação da Independência Nacional representa o ponto mais alto de uma luta pela autodeterminação que já vinha de séculos, travada por destemidos reis e rainhas, de várias regiões do país.

Trata-se de um dos maiores marcos da história do país, que pôs fim ao regime colonial português, depois de várias décadas em busca da liberdade, soberania e afirmação do seu povo.

 A Independência Nacional, proclamada pelo então Presidente do MPLA, António Agostinho Neto, primeiro Chefe de Estado da jovem nação, marcou o começo de uma dura trajectória política, diplomática, social e económica.

Trata-se de uma das principais conquistas dos angolanos, enquanto povo soberano, que soube ultrapassar várias peripécias ao longo da sua trajectória, com realce para uma violenta e sangrenta guerra, por 27 anos.

A Independência Nacional abriu espaço para um país livre, que ainda procura, 45 anos depois, os melhores caminhos para combater a pobreza e as desigualdades sociais, a fim de atingir o desenvolvimento sustentável.

Nessa data, diante de um clima militar tenso em várias regiões do país, nascia um novo Estado soberano no espaço lusófono, que, por mérito próprio, se via livre do jugo colonial português, depois de inúmeras tentativas para assegurar a sua ambicionada autodeterminação.

A proclamação da independência foi o culminar de um difícil processo de insurreição geral armada dos angolanos contra o regime português, iniciado a 4 de Fevereiro de 1961, naquele que ficou conhecido, oficialmente, como o Dia da Luta Armada de Libertação Nacional.

O processo de auto-afirmação total do país, hoje com mais de 30 milhões de habitantes, envolveu milhares de patriotas, entre políticos, religiosos e cidadãos anónimos, que verteram o seu sangue e pagaram com as suas próprias vidas para ver concretizado o sonho de liberdade.

A proclamação da Independência Nacional representa o ponto mais alto de uma luta pela autodeterminação que já vinha de séculos, travada por destemidos reis e rainhas, de várias regiões do país.

Trata-se de um dos maiores marcos da história do país, que pôs fim ao regime colonial português, depois de várias décadas em busca da liberdade, soberania e afirmação do seu povo.

 A Independência Nacional, proclamada pelo então Presidente do MPLA, António Agostinho Neto, primeiro Chefe de Estado da jovem nação, marcou o começo de uma dura trajectória política, diplomática, social e económica.

Trata-se de uma das principais conquistas dos angolanos, enquanto povo soberano, que soube ultrapassar várias peripécias ao longo da sua trajectória, com realce para uma violenta e sangrenta guerra, por 27 anos.

A Independência Nacional abriu espaço para um país livre, que ainda procura, 45 anos depois, os melhores caminhos para combater a pobreza e as desigualdades sociais, a fim de atingir o desenvolvimento sustentável.