Angola celebra o Dia da Paz

  • Monumento à  assinatura de acordo de PAZ na, cidade do Luene, província do Moxico
Luanda - Os angolanos celebram, neste domingo, 4 de Abril, o 19º aniversário da assinatura dos Acordos de Paz e Reconciliação Nacional.

Este importante evento, ocorrido e celebrado, pela primeira vez, na sequência da morte do líder histórico do maior partido da oposição, Jonas Savimbi, deu início e facilitou o processo de reconciliação nacional entre os angolanos.

A conquista da paz, depois de 27 anos de guerra, que destruiu o país e ceifou a vida de milhares de angolanos nos campos de batalha, nas lavras, aldeias e cidades, foi o feito mais expressivo e o culminar de longas negociações entre o Governo e a UNITA.

Foi, pois, o fim de um processo histórico e de uma guerra entre irmãos, que se iniciou em 1975, após a saída dos colonizadores portugueses, e cujas repercussões ainda hoje se sentem, de forma dura, na vida da maioria dos cidadãos nacionais.

Os Acordos de Paz e Reconciliação Nacional, assinados, em nome do Governo, pelo então chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), general Armando da Cruz Neto e, em representação da UNITA, pelo então chefe do Alto Comando das suas Forças Militares (FALA), general Geraldo Abreu Muendo "Kamorteiro", mudaram o curso da história da República de Angola.

 A partir de tais Acordos, as chefias militares das FAA e das FALA encetaram os primeiros passos para a efectivação do cessar-fogo então assinado e a marcação da cerimónia formal de incorporação dos efectivos militares nas forças armadas nacionais.

A data de 4 de Abril de 2002 constitui uma das maiores conquistas do povo angolano após a independência nacional, proclamada a 11 de Novembro de 1975, por marcar uma viragem decisiva no processo político e de desenvolvimento de Angola.

Pelo facto, o 4 de Abril foi instituído como feriado nacional e passou a ser uma referência histórica importante na luta do povo angolano pela sua dignificação e construção de uma sociedade próspera.

Na sua trajectória para o alcance da paz, o país assistiu a difíceis etapas de negociações, que resultaram em pactos de cessar-fogo, entre os quais o Acordo de Gbadolite (então República do Zaire, hoje RDC), nascido de várias reuniões/cimeiras conjuntas entre as partes, no intervalo de 25 de Abril a 22 de Junho de 1989.

De igual modo, foram assinados os acordos de Bicesse (Portugal), de 31 de Maio de 1991, Lusaka (Zâmbia), de 20 de Novembro de 1994, Lucusse Moxico (2002), e os Acordos Complementares ao Protocolo de Lusaka, rubricados em Luanda, aos 4 de Abril de 2002, que puseram fim a uma era de incertezas entre os angolanos.

Com a assinatura dos Acordos de Paz e Reconciliação Nacional, voltou a haver livre circulação de pessoas e bens nas estradas nacionais.

Angola viveu décadas da sua história em guerra (de 1961 a 1974 contra o regime colonial português), seguida, a partir de 1975, de uma guerra que teve lugar num contexto político de divisão do mundo em dois blocos, liderados pelos Estados Unidos da América e pela antiga União Soviética. 

Esta guerra terminou com a morte, em combate, do líder da UNITA, a 22 de Fevereiro de 2002.

Este importante evento, ocorrido e celebrado, pela primeira vez, na sequência da morte do líder histórico do maior partido da oposição, Jonas Savimbi, deu início e facilitou o processo de reconciliação nacional entre os angolanos.

A conquista da paz, depois de 27 anos de guerra, que destruiu o país e ceifou a vida de milhares de angolanos nos campos de batalha, nas lavras, aldeias e cidades, foi o feito mais expressivo e o culminar de longas negociações entre o Governo e a UNITA.

Foi, pois, o fim de um processo histórico e de uma guerra entre irmãos, que se iniciou em 1975, após a saída dos colonizadores portugueses, e cujas repercussões ainda hoje se sentem, de forma dura, na vida da maioria dos cidadãos nacionais.

Os Acordos de Paz e Reconciliação Nacional, assinados, em nome do Governo, pelo então chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), general Armando da Cruz Neto e, em representação da UNITA, pelo então chefe do Alto Comando das suas Forças Militares (FALA), general Geraldo Abreu Muendo "Kamorteiro", mudaram o curso da história da República de Angola.

 A partir de tais Acordos, as chefias militares das FAA e das FALA encetaram os primeiros passos para a efectivação do cessar-fogo então assinado e a marcação da cerimónia formal de incorporação dos efectivos militares nas forças armadas nacionais.

A data de 4 de Abril de 2002 constitui uma das maiores conquistas do povo angolano após a independência nacional, proclamada a 11 de Novembro de 1975, por marcar uma viragem decisiva no processo político e de desenvolvimento de Angola.

Pelo facto, o 4 de Abril foi instituído como feriado nacional e passou a ser uma referência histórica importante na luta do povo angolano pela sua dignificação e construção de uma sociedade próspera.

Na sua trajectória para o alcance da paz, o país assistiu a difíceis etapas de negociações, que resultaram em pactos de cessar-fogo, entre os quais o Acordo de Gbadolite (então República do Zaire, hoje RDC), nascido de várias reuniões/cimeiras conjuntas entre as partes, no intervalo de 25 de Abril a 22 de Junho de 1989.

De igual modo, foram assinados os acordos de Bicesse (Portugal), de 31 de Maio de 1991, Lusaka (Zâmbia), de 20 de Novembro de 1994, Lucusse Moxico (2002), e os Acordos Complementares ao Protocolo de Lusaka, rubricados em Luanda, aos 4 de Abril de 2002, que puseram fim a uma era de incertezas entre os angolanos.

Com a assinatura dos Acordos de Paz e Reconciliação Nacional, voltou a haver livre circulação de pessoas e bens nas estradas nacionais.

Angola viveu décadas da sua história em guerra (de 1961 a 1974 contra o regime colonial português), seguida, a partir de 1975, de uma guerra que teve lugar num contexto político de divisão do mundo em dois blocos, liderados pelos Estados Unidos da América e pela antiga União Soviética. 

Esta guerra terminou com a morte, em combate, do líder da UNITA, a 22 de Fevereiro de 2002.