Angola com registo de 25 mil reclusos

  • Presos
Luanda - O país regista um total de 25 mil reclusos, sendo dez mil preventivos (detidos), aguardam por julgamento, e 15 mil cumprem as respectivas penas, nas 40 cadeias existentes no território nacional.

A informação foi prestada esta terça-feira pelo director do Gabinete Institucional e Imprensa do Serviço Penitenciário, Menezes Cassoma, à margem da abertura do curso de instrução militar do Serviço Penitenciário, ano de 2021.

“Regista-se uma sobrelotação considerável nas 40 cadeias existentes no país”, adiantou o responsável sem avançar números.

Entretanto, dados divulgados pelo Ministério do Interior em 2020 indicam que a sobrelotação nas cadeias no país ultrapassa a sua capacidade em mais de cinco mil reclusos.

No mesmo acto, o director geral do Serviço Penitenciário, Bernardo do Amaral Gourgel, que presidiu a abertura do ano de instrução e formação penitenciaria, reiterou a aposta na formação por ser um factor determinante para o sucesso em qualquer área da esfera social.

Para Bernardo do Amaral Gourgel, a capacitação deve ser constante e transversal, para fazer face à um sistema penitenciário exigente.

Sobre o curso, aberto no Instituto de Ciências Penitenciarias no município de Viana, em Luanda, defendeu uma formação baseada na troca de experiências entre formadores e formandos, já que “muitos destes efectivos (formandos) são portadores de um vasto conhecimento na sua área de actuação”.    

“O acto hoje realizado marca o retorno ao processo de formação técnico-profissional do efectivo, num contexto diferente, motivado pelo surto pandêmico”, sublinhou o director do Instituto de Ciências Penitenciarias (ICP), Virgílio da Silva, para quem o actual momento político e social do país exige uma postura cada vez mais coerente.

Mais de 200 efectivos participam no curso de instrução militar do serviço penitenciário 2021.

 

A informação foi prestada esta terça-feira pelo director do Gabinete Institucional e Imprensa do Serviço Penitenciário, Menezes Cassoma, à margem da abertura do curso de instrução militar do Serviço Penitenciário, ano de 2021.

“Regista-se uma sobrelotação considerável nas 40 cadeias existentes no país”, adiantou o responsável sem avançar números.

Entretanto, dados divulgados pelo Ministério do Interior em 2020 indicam que a sobrelotação nas cadeias no país ultrapassa a sua capacidade em mais de cinco mil reclusos.

No mesmo acto, o director geral do Serviço Penitenciário, Bernardo do Amaral Gourgel, que presidiu a abertura do ano de instrução e formação penitenciaria, reiterou a aposta na formação por ser um factor determinante para o sucesso em qualquer área da esfera social.

Para Bernardo do Amaral Gourgel, a capacitação deve ser constante e transversal, para fazer face à um sistema penitenciário exigente.

Sobre o curso, aberto no Instituto de Ciências Penitenciarias no município de Viana, em Luanda, defendeu uma formação baseada na troca de experiências entre formadores e formandos, já que “muitos destes efectivos (formandos) são portadores de um vasto conhecimento na sua área de actuação”.    

“O acto hoje realizado marca o retorno ao processo de formação técnico-profissional do efectivo, num contexto diferente, motivado pelo surto pandêmico”, sublinhou o director do Instituto de Ciências Penitenciarias (ICP), Virgílio da Silva, para quem o actual momento político e social do país exige uma postura cada vez mais coerente.

Mais de 200 efectivos participam no curso de instrução militar do serviço penitenciário 2021.