Angola com reservas internacionais líquidas de USD 8,4 mil milhões

  • Retratos da cidade de Luanda após os seus 444 anos de existência
Luanda - Angola possui 8.4 mil milhões de dólares norte-americanos de reserva internacional, que cobrem cerca de 11 meses de importações.

A informação foi prestada nesta terça-feira pelo governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José de Lima Massano, em declarações à imprensa, no final da 11ª (décima primeira) sessão da Comissão Económica do Conselho de Ministros.

Por outro lado, neste trimestre, segundo o responsável, a balança de pagamentos, a nível da sua conta corrente, apresenta um défice de cerca de 1.3 mil milhões de dólares, uma inversão em relação a 2018, por altura da massificação das reformas macroeconómicas no país.

Relativamente ao preço do petróleo, José Massano destacou que, desde Setembro último, houve uma recuperação de cerca de 58 por cento, em relação ao trimestre anterior, o que permite também manter o nível de reservas num patamar ainda confortável.

Na sessão desta terça-feira, orientada pelo Presidente da República, João Lourenço, a equipa económica aprovou o relatório de balanço de execução da programação financeira do tesouro nacional referente ao II (segundo) trimestre do corrente ano.

O documento reflete os resultados da execução da receita para o período em referência, bem como de execução da despesa, com e sem incidência de tesouraria.

Taxa de câmbio

Em relação à taxa câmbio, José de Lima Massano disse que de momento o país regista um cenário de apreciação da moeda nacional (kwanza), ao contrário do que, por regra geral, acontece nos últimos meses do ano.

Nesta esteira, afirmou não ter conhecimento de notícias de importadores com necessidades de recorrer ao mercado informal para cobrir as despesas de importação, nem mesmo investidores a recorrerem para repatriar os lucros das operações que têm no país.

“Não há motivos para que os cidadãos e as empresas, nesse momento, recorram ao mercado informal”, declarou o governador.

A informação foi prestada nesta terça-feira pelo governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José de Lima Massano, em declarações à imprensa, no final da 11ª (décima primeira) sessão da Comissão Económica do Conselho de Ministros.

Por outro lado, neste trimestre, segundo o responsável, a balança de pagamentos, a nível da sua conta corrente, apresenta um défice de cerca de 1.3 mil milhões de dólares, uma inversão em relação a 2018, por altura da massificação das reformas macroeconómicas no país.

Relativamente ao preço do petróleo, José Massano destacou que, desde Setembro último, houve uma recuperação de cerca de 58 por cento, em relação ao trimestre anterior, o que permite também manter o nível de reservas num patamar ainda confortável.

Na sessão desta terça-feira, orientada pelo Presidente da República, João Lourenço, a equipa económica aprovou o relatório de balanço de execução da programação financeira do tesouro nacional referente ao II (segundo) trimestre do corrente ano.

O documento reflete os resultados da execução da receita para o período em referência, bem como de execução da despesa, com e sem incidência de tesouraria.

Taxa de câmbio

Em relação à taxa câmbio, José de Lima Massano disse que de momento o país regista um cenário de apreciação da moeda nacional (kwanza), ao contrário do que, por regra geral, acontece nos últimos meses do ano.

Nesta esteira, afirmou não ter conhecimento de notícias de importadores com necessidades de recorrer ao mercado informal para cobrir as despesas de importação, nem mesmo investidores a recorrerem para repatriar os lucros das operações que têm no país.

“Não há motivos para que os cidadãos e as empresas, nesse momento, recorram ao mercado informal”, declarou o governador.