Angola/Cuba: Embaixadora realça ajuda pela independência

Luanda - “A ajuda brindada pelo povo cubano nas nossas lutas pela independência tem um valor incalculável, que nós não temos como pagar”, afirmou a embaixadora de Angola em Cuba, Maria Cândida Teixeira.

De acordo com uma nota da Embaixada de Angola em Cuba, chegada segunda-feira à Angop, Cândida Teixeira fez esse pronunciamento na província de Guantánamo, no âmbito das celebrações do 45º aniversário da proclamação da Independência Nacional.

Em visita ao Hospital Geral Docente Dr. Agostinho Neto, na província mais oriental daquele país caribenho, a diplomata recordou as palavras do Comandante Fidel Castro segundo as quais a participação cubana nas lutas de independência em África foi “apenas o cumprimento de um dever internacionalista” e reiterou os agradecimentos do povo angolano, em eterna dívida moral com os seus irmãos cubanos.

Cândida Teixeira fez a entrega de um donativo em que se destaca um retrato do Fundador da Nação Angolana, Agostinho Neto, e material de biossegurança para apoiar a luta contra a pandemia de Covid-19 na província, a partir do terceiro maior hospital do país, que conta com mais de quatro mil trabalhadores, entre médicos e demais pessoal de assistência.

A diplomata angolana foi agraciada com um “semí”, uma estatueta de origem aborígene que é o emblema da cidade de Guantánamo, e uma outra estatueta de um “Pensador”, unidas em uma única peça de artesanato, como símbolo da amizade entre os povos angolano e cubano.

A unidade hospital, que formou vários quadros angolanos, foi inaugurada pelo Comandante-em-Chefe, Fidel Castro, a 25 de Julho de 1984, e é responsável pelo atendimento médico dos habitantes da província.

A embaixadora angolana rendeu homenagem ao Comandante Fidel Castro, ao depositar uma coroa de flores junto ao seu túmulo no Cemitério de Santa Ifigénia, em Santiago de Cuba. A homenagem foi abrangente a todos os internacionalistas cubanos tombados no cumprimento da sua missão em Angola.

As celebrações em Cuba, enquadradas no lema “Angola: 45 anos de independência nacional - unidade, estabilidade e desenvolvimento”, prosseguem com actividades políticas e culturais com o envolvimento das autoridades cubanas, funcionários da missão diplomática angolana, estudantes e da comunidade residente.

De acordo com uma nota da Embaixada de Angola em Cuba, chegada segunda-feira à Angop, Cândida Teixeira fez esse pronunciamento na província de Guantánamo, no âmbito das celebrações do 45º aniversário da proclamação da Independência Nacional.

Em visita ao Hospital Geral Docente Dr. Agostinho Neto, na província mais oriental daquele país caribenho, a diplomata recordou as palavras do Comandante Fidel Castro segundo as quais a participação cubana nas lutas de independência em África foi “apenas o cumprimento de um dever internacionalista” e reiterou os agradecimentos do povo angolano, em eterna dívida moral com os seus irmãos cubanos.

Cândida Teixeira fez a entrega de um donativo em que se destaca um retrato do Fundador da Nação Angolana, Agostinho Neto, e material de biossegurança para apoiar a luta contra a pandemia de Covid-19 na província, a partir do terceiro maior hospital do país, que conta com mais de quatro mil trabalhadores, entre médicos e demais pessoal de assistência.

A diplomata angolana foi agraciada com um “semí”, uma estatueta de origem aborígene que é o emblema da cidade de Guantánamo, e uma outra estatueta de um “Pensador”, unidas em uma única peça de artesanato, como símbolo da amizade entre os povos angolano e cubano.

A unidade hospital, que formou vários quadros angolanos, foi inaugurada pelo Comandante-em-Chefe, Fidel Castro, a 25 de Julho de 1984, e é responsável pelo atendimento médico dos habitantes da província.

A embaixadora angolana rendeu homenagem ao Comandante Fidel Castro, ao depositar uma coroa de flores junto ao seu túmulo no Cemitério de Santa Ifigénia, em Santiago de Cuba. A homenagem foi abrangente a todos os internacionalistas cubanos tombados no cumprimento da sua missão em Angola.

As celebrações em Cuba, enquadradas no lema “Angola: 45 anos de independência nacional - unidade, estabilidade e desenvolvimento”, prosseguem com actividades políticas e culturais com o envolvimento das autoridades cubanas, funcionários da missão diplomática angolana, estudantes e da comunidade residente.