Angola defende reforço da cooperação na prevenção do tráfico de seres humanos

  • Embaixadora Maria de Jesus Ferreira, representante de Angola na ONU
Luanda - A representante permanente de Angola na ONU, Maria de Jesus Ferreira, defendeu, esta terça-feira, em Nova Iorque, o reforço da cooperação internacional no domínio da justiça penal, a fim de aumentar a capacidade de prevenção contra o tráfico de seres humanos.

A embaixadora angolana, que discursava na Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral da ONU sobre a Avaliação do Plano de Acção do Combate ao Tráfico Humano, defendeu, igualmente, a melhoria dos meios de troca de experiência entre os estados membros, a fim de aumentar também a capacidade de prevenção de outros crimes internacionais.

Afirmou que, em Angola, o fenómeno regista, anualmente, mais de 100 vítimas, entre homens, mulheres e crianças, de grupos vulneráveis e com poucos recursos.

Em nota de imprensa, chegada à ANGOP, a Representação Permanente de Angola junto da ONU adianta que, de 2015 a 2020, o país registou mais de 100 casos de tráfico humano, essencialmente, para exploração de mão de obra infantil, dos quais 22% foram julgados e condenados, até Julho do corrente ano.

Fez saber que, desde 2014, o Governo angolano aprovou disposições legais substanciais para penalizar este tipo de crime e, desde então, tem sido capaz de penalizar traficantes e contrabandistas envolvidos, sublinhando que, em 2020, Angola juntou-se aos países em observação para atingir os padrões de combate ao tráfico de pessoas.

Maria de Jesus Ferreira considerou que Angola, como Estado parte da UNDOC e seus protocolos adicionais, aprovou um Plano de Acção Nacional de Combate ao Tráfico de Pessoas, numa demonstração clara do empenho do Estado angolano na melhoria dos índices de combate ao fenómeno.

“O Governo angolano, através do Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, lançou uma campanha, que visa identificar as práticas de tráfico de pessoas e as suas formas, para denunciá-las como violação dos direitos humanos e da liberdade”, disse.

A representante permanente de Angola na ONU disse ainda que o outro desafio que o país enfrenta, tal como outras nações, é o uso das tecnologias para a actividade criminal, alertando que o aumento de crimes associados com os progressos tecnológicos requer uma resposta semelhante para a investigação criminal.

A Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral da ONU, que durante dois dias avaliou os progressos alcançados na implementação do Plano de Acção Global para Combater o Tráfico de Pessoas, contou com a intervenção de 91 Estados-membros e representantes da sociedade civil.

A embaixadora angolana, que discursava na Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral da ONU sobre a Avaliação do Plano de Acção do Combate ao Tráfico Humano, defendeu, igualmente, a melhoria dos meios de troca de experiência entre os estados membros, a fim de aumentar também a capacidade de prevenção de outros crimes internacionais.

Afirmou que, em Angola, o fenómeno regista, anualmente, mais de 100 vítimas, entre homens, mulheres e crianças, de grupos vulneráveis e com poucos recursos.

Em nota de imprensa, chegada à ANGOP, a Representação Permanente de Angola junto da ONU adianta que, de 2015 a 2020, o país registou mais de 100 casos de tráfico humano, essencialmente, para exploração de mão de obra infantil, dos quais 22% foram julgados e condenados, até Julho do corrente ano.

Fez saber que, desde 2014, o Governo angolano aprovou disposições legais substanciais para penalizar este tipo de crime e, desde então, tem sido capaz de penalizar traficantes e contrabandistas envolvidos, sublinhando que, em 2020, Angola juntou-se aos países em observação para atingir os padrões de combate ao tráfico de pessoas.

Maria de Jesus Ferreira considerou que Angola, como Estado parte da UNDOC e seus protocolos adicionais, aprovou um Plano de Acção Nacional de Combate ao Tráfico de Pessoas, numa demonstração clara do empenho do Estado angolano na melhoria dos índices de combate ao fenómeno.

“O Governo angolano, através do Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, lançou uma campanha, que visa identificar as práticas de tráfico de pessoas e as suas formas, para denunciá-las como violação dos direitos humanos e da liberdade”, disse.

A representante permanente de Angola na ONU disse ainda que o outro desafio que o país enfrenta, tal como outras nações, é o uso das tecnologias para a actividade criminal, alertando que o aumento de crimes associados com os progressos tecnológicos requer uma resposta semelhante para a investigação criminal.

A Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral da ONU, que durante dois dias avaliou os progressos alcançados na implementação do Plano de Acção Global para Combater o Tráfico de Pessoas, contou com a intervenção de 91 Estados-membros e representantes da sociedade civil.