Angola e São Tomé e Príncipe reforçam relações parlamentares

  • Delfim Neves, Presidente do parlamento de São Tomé Príncipe, e Fernando da Piedade Dias dos Santos, Presidente do parlamento de Angola
Luanda – Angola e São Tomé e Príncipe manifestaram, esta quinta-feira, o desejo de reforçar e relançar as relações de cooperação diplomática e parlamentar.

A informação foi avançada pelo presidente da Assembleia Nacional de São Tomé e Príncipe, Delfim das Neves, à saída de um encontro com o seu homólogo angolano, Fernando da Piedade Dias dos Santos.

Indicou que a cooperação diplomática e parlamentar entre os dois países "é bastante saudável", mas esfriou no contexto da pandemia da Covid-19, sendo necessário o seu relançamento.

O líder do parlamento santomense, que é também candidato à Presidência da República do seu país nas eleições agendasda para o próximo mês, aproveitou a ocasião para apresentar a sua visão política caso seja eleito.

"Apresentei a minha candidatura nas eleições presidenciais e, como tal, devo informar aos parceiros e amigos sobre a minha visão política se for eleito Presidente da República", sublinhou.

Fez saber que solicitou apoio moral de Angola à sua candidatura a Presidente da República do seu país.

Delfim das Neves passou em revista a cooperação bilateral diplomática e parlamentar e analisou, com o seu interlocutor, questões políticas dos dois Estados no contexto actual em que decorre a pré-campanha eleitoral para às eleições presidenciais naquele país lusófono.

Para si, Angola não é apenas um país amigo ou parceiro, mas sim um país irmão, cujas relações de consaguinidade e seculares devem se consolidar cada vez mais.

Notou que qualquer candidato que se preze e com ambições para ganhar as eleições deve, em primeiro lugar, conversar com a família, quer doméstica quer estrangeira sobre os objectivos políticos, sociais e económicos.

As relações de amizade e cooperação entre os dois países estão assentes em factores políticos, históricos, culturais e geográficos, formalizados em 1978, através do Acordo Geral de Cooperação e da Comissão Mista Bilateral, criada em 1980.

A informação foi avançada pelo presidente da Assembleia Nacional de São Tomé e Príncipe, Delfim das Neves, à saída de um encontro com o seu homólogo angolano, Fernando da Piedade Dias dos Santos.

Indicou que a cooperação diplomática e parlamentar entre os dois países "é bastante saudável", mas esfriou no contexto da pandemia da Covid-19, sendo necessário o seu relançamento.

O líder do parlamento santomense, que é também candidato à Presidência da República do seu país nas eleições agendasda para o próximo mês, aproveitou a ocasião para apresentar a sua visão política caso seja eleito.

"Apresentei a minha candidatura nas eleições presidenciais e, como tal, devo informar aos parceiros e amigos sobre a minha visão política se for eleito Presidente da República", sublinhou.

Fez saber que solicitou apoio moral de Angola à sua candidatura a Presidente da República do seu país.

Delfim das Neves passou em revista a cooperação bilateral diplomática e parlamentar e analisou, com o seu interlocutor, questões políticas dos dois Estados no contexto actual em que decorre a pré-campanha eleitoral para às eleições presidenciais naquele país lusófono.

Para si, Angola não é apenas um país amigo ou parceiro, mas sim um país irmão, cujas relações de consaguinidade e seculares devem se consolidar cada vez mais.

Notou que qualquer candidato que se preze e com ambições para ganhar as eleições deve, em primeiro lugar, conversar com a família, quer doméstica quer estrangeira sobre os objectivos políticos, sociais e económicos.

As relações de amizade e cooperação entre os dois países estão assentes em factores políticos, históricos, culturais e geográficos, formalizados em 1978, através do Acordo Geral de Cooperação e da Comissão Mista Bilateral, criada em 1980.