Angola efectua mais de dois milhões de Registos de Nascimento

  • Orlando Fernando, secretário de Estado para a Justiça
Luanda - Dois milhões e 389 Registos de Nascimentos foram efectuados pelo Programa de Massificação do Registo e Atribuição do BI, desde Novembro de 2019, disse hoje, em Luanda, o secretário de Estado da  Justiça e dos Direitos Humanos, Orlando Fernandes.

Ao tomar a palavra durante a 7ª reunião de balanço do referido programa Orlando Fernandes declarou que, no mesmo período, foram emitidos, pela primeira vez tanto a nível nacional e na diáspora, um milhão e 200 Bilhetes de Identidade.

O secretário de Estado, que é também coordenador do programa, informou que, só no mês de Janeiro deste ano, foram registadas pela primeira vez 210 mil  e 244 pessoas e atribuídos 104 mil e 409  Bilhetes de Identidade.

Para Orlando Fernandes, apesar dos resultados satisfatórios, a obrigação é  manter o foco no cumprimento das metas estabelecidas a partir das projecções apresentadas tanto pelo Instituto Nacional de Estatística,  como pelas  delegações provinciais.

Revelou que o país regista cada  vez  mais zonas livres de cidadãos sem registo.

Apontou como exemplos as províncias de Benguela, Bengo, Cuando Cubango, Cuanza Norte, Huambo, Lunda Sul, Moxico e Namibe.

Como constrangimentos previsíveis, para este ano, foram assinalados  a insuficiência de meios rolantes e de combustível, bem como os efeitos  da pandemia da Covid-19.

Para ultrapassar estas e outras dificuldades que possam surgir, o programa conta com vários parceiros, com destaque para o Ministério da Economia e Planeamento que se disponibilizou em apoiar o projecto, através do Programa de Reconversão da Economia  Informal.

Ao tomar a palavra durante a 7ª reunião de balanço do referido programa Orlando Fernandes declarou que, no mesmo período, foram emitidos, pela primeira vez tanto a nível nacional e na diáspora, um milhão e 200 Bilhetes de Identidade.

O secretário de Estado, que é também coordenador do programa, informou que, só no mês de Janeiro deste ano, foram registadas pela primeira vez 210 mil  e 244 pessoas e atribuídos 104 mil e 409  Bilhetes de Identidade.

Para Orlando Fernandes, apesar dos resultados satisfatórios, a obrigação é  manter o foco no cumprimento das metas estabelecidas a partir das projecções apresentadas tanto pelo Instituto Nacional de Estatística,  como pelas  delegações provinciais.

Revelou que o país regista cada  vez  mais zonas livres de cidadãos sem registo.

Apontou como exemplos as províncias de Benguela, Bengo, Cuando Cubango, Cuanza Norte, Huambo, Lunda Sul, Moxico e Namibe.

Como constrangimentos previsíveis, para este ano, foram assinalados  a insuficiência de meios rolantes e de combustível, bem como os efeitos  da pandemia da Covid-19.

Para ultrapassar estas e outras dificuldades que possam surgir, o programa conta com vários parceiros, com destaque para o Ministério da Economia e Planeamento que se disponibilizou em apoiar o projecto, através do Programa de Reconversão da Economia  Informal.